Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Política
Lula zera a ‘Taxa das Blusinhas’
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
Estado
Irmã do líder do tráfico na Lapa é presa no Centro do Rio
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Rio de Janeiro
RJ:Começa a vacinação contra Covid com dose atualizada para idosos e gestantes
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Brasil
Senado aprova renovação automática da CNH para motoristas sem infrações
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Brasil
Justiça Eleitoral abre cadastro para mesários voluntários nas eleições de 2026
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Rio de Janeiro
Prefeitura reorganiza comércio ambulante e melhora acesso ao Hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
Brasil
Mega-Sena terá pausa nos sorteios para concurso especial de 30 anos com prêmio de R$ 150 milhões
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

STJ mantém prisão da ‘Loira do PCC’

Presidente do tribunal rejeita habeas corpus e afirma que não há ilegalidade na prisão preventiva de acusada de integrar a cúpula da facção

Siga-nos no

Reprodução

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Herman Benjamin, barrou o pedido de liberdade de Letícia de Sousa Bezerra, conhecida como ‘Loira do PCC’. A mulher é apontada como elo estratégico e uma das lideranças da facção criminosa.

Herman Benjamin, negou o pedido de liberdade apresentado pela defesa de Letícia, presa em fevereiro de 2025 após permanecer foragida por mais de três anos. Ela responde pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e outros delitos investigados no âmbito da atuação da facção paulista.

Segundo as apurações, Letícia exerceria função de liderança em áreas da zona sul da capital paulista, com atuação também em municípios do ABC, especialmente São Bernardo do Campo, além de Taboão da Serra, na Grande São Paulo. O Ministério Público sustenta que ela funcionava como elo entre células regionais e os escalões superiores do PCC.

Para o MP, o histórico de fuga e a posição de comando atribuída à acusada reforçam a necessidade da prisão preventiva, tanto para preservar a ordem pública quanto para impedir a continuidade das atividades criminosas. O entendimento foi acolhido pelas instâncias inferiores e mantido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

A defesa impetrou habeas corpus alegando excesso de prazo da prisão preventiva, sob o argumento de que a instrução processual estaria encerrada há quase dois anos sem condenação ou absolvição. O pedido foi rejeitado sob o fundamento de que, em processos complexos e com múltiplos réus, a duração prolongada não configura, por si só, ilegalidade.

O mérito do habeas corpus ainda será analisado pela Sexta Turma do STJ, sob relatoria do ministro Og Fernandes.

Documentos falsos na prisão

De acordo com relatórios da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo, Letícia teria assumido, a partir de 2020, o controle de uma célula da facção responsável por pontos de venda de drogas na zona sul da capital e em cidades da região metropolitana. Investigações indicam que o grupo movimentava valores milionários mensalmente com o tráfico, além de envolvimento em roubos e posse de armas.

Durante a prisão, em fevereiro de 2025, a acusada teria tentado apresentar documento falso aos policiais civis. As autoridades apontam que a estrutura criminosa investigada contava com divisão de funções e registros contábeis detalhados das atividades ilícitas.