Os lojistas do Rio de Janeiro entram no clima do Carnaval com a expectativa de vender mais. Os lojistas da cidade do Rio de Janeiro esperam um aumento de 5% nas vendas para o carnaval, em relação a igual período do ano passado. É o que mostra a pesquisa do Clube dos Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio) e do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio) que ouviu 150 lojistas de segmentos como vestuário, calçados e outros, entre os dias 19 e 23 de janeiro, para conhecer a expectativa de vendas de produtos para o carnaval.
Segundo os lojistas, adereços e fantasias, tecidos, bermudas, shorts, camisetas, moda praia (biquinis, maiôs, sungas, chapéus e saídas de praia), sandálias, chinelos e tênis, bijuterias e maquiagem devem ser os produtos mais vendidos. O preço médio das compras ficará em torno de R$ 160,00 e os clientes deverão utilizar o cartão de crédito seguido pelo cartão de débito, Pix e crediário como formas de pagamento. As lojas do Centro deverão ser as mais procuradas pelos foliões, seguidas pelas das zonas Norte, Sul, Oeste e Sudoeste.
“O carnaval desempenha um papel estratégico na economia do Rio de Janeiro, especialmente para o comércio e os serviços relacionados a lazer, entretenimento, hospedagem, alimentação, transportes e outros, que têm, nesse período, oportunidade de crescimento, pois movimenta uma ampla cadeia produtiva. O carnaval também é responsável por uma expressiva geração de empregos temporários. A produção de fantasias, a organização de blocos, a montagem de infraestrutura e a logística de eventos empregam milhares de pessoas em diversas áreas”, destaca Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio e do SindilojasRio.
Segundo ele, com o turismo aquecido, a alta do dólar frente ao real, que deve facilitar a vinda de mais turistas estrangeiros, e as centenas de blocos que já se espalham pelas ruas do Rio, o comércio tem muitos motivos para estar otimista com as vendas para o carnaval.
“O carnaval é um motor social, cultural e econômico, que gera empregos e fortalece negócios. Para o comércio é uma chance de movimentar seus estoques, criar campanhas criativas e atender a um público ávido por experiências, produtos e serviços que tornam essa celebração ainda mais especial”, conclui Aldo Gonçalves.






