Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Liesa coloca à venda ingressos populares para os desfiles do Grupo Especial
Carnaval
Liesa coloca à venda ingressos populares para os desfiles do Grupo Especial
Projeto do ICMS Educacional recebe emendas e é retirado de pauta na Alerj
Política
Projeto do ICMS Educacional recebe emendas e é retirado de pauta na Alerj
Governo volta atrás e mantém limite de passageiros no Santos Dumont
Rio de Janeiro
Governo volta atrás e mantém limite de passageiros no Santos Dumont
Bohêmios de Irajá é reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Rio
Cultura
Bohêmios de Irajá é reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Rio
Alerj avança em regras para garantir pontos de apoio a entregadores por aplicativo
Política
Alerj avança em regras para garantir pontos de apoio a entregadores por aplicativo
Desembargador Ricardo Couto de Castro alerta sobre eleição indireta na Alerj
Política
Desembargador Ricardo Couto de Castro alerta sobre eleição indireta na Alerj
Solenidade no Palácio Tiradentes marca início do ano legislativo da Alerj
Política
Solenidade no Palácio Tiradentes marca início do ano legislativo da Alerj

Bancada Rubro Negra discute com Flamengo diferença de imposto cobrado para SAFs e clubes

Deputado Julio Lopes afirma que SAFs são diferentes de clubes de futebol associativos

Siga-nos no

reprodução

Deputados e senadores da chamada “Bancada Rubro Negra” discutem amanhã durante jantar com o presidente do Clube de Regatas do Flamengo, o imposto sobre as atividades incidentes das SAFs, assim como o imposto que incide nos clubes de futebol que têm atividades associativas.

As Sociedades Anônimas de Futebol (SAFs) foram criadas no Brasil pela Lei 14.193, com a finalidade de modernizar e ajudar a sanear as dívidas dos clubes, mas enfrentam inseguranças jurídicas, dificuldades financeiras e críticas sobre sua implementação. A promessa era a de aporte de capital, mas muitos clubes ainda enfrentam dificuldades com dívidas acumuladas de cerca de R$ 1 bilhão, já que a falta de transparência nas negociações acabam criando injustiças para torcedores e investidores.

De acordo com o deputado Julio Lopes (PP), ex-presidente do clube e flamenguista de coração e carteirinha, o problema é que hoje as Sociedades Anônimas de Futebol (SAFs) pagam 5% de imposto, enquanto os clubes são obrigados a pagar 15%. “Não há motivos para discriminar os clubes associativos como o flamengo, que se reestruturaram e hoje são exemplo de sucesso na administração financeira para o país e para o mundo, fazendo com que o clube esteja entre as trinta maiores instituições esportivas do mundo. Fora da Europa, o Clube de Regatas do Flamengo é o time de futebol mais rico do mundo. Isso é o resultado de uma boa administração e um trabalho associativo importante do clube, que precisa ter também um reconhecimento e um imposto no mínimo igual a das SAFs, que são diferentes de clubes associativos”, explica Julio.