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Justiça manda soltar argentina ré por injúria racial contra funcionários de bar em Ipanema

Advogada e influencer Agostina Páez foi presa à tarde, por decisão da 37ª Vara

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Reprodução

A Justiça do Rio mandou soltar nesta sexta-feira (6) a advogada e influencer argentina Agostina Páez, acusada de injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio. A decisão, da 37ª Vara Criminal – a mesma que havia decidido pela prisão – se deu horas após ela ser detida, em Vargem Pequena, na Zona Sudoeste do Rio.

Apesar da decisão confirmada pela Justiça, até as 19h20, o oficial de Justiça não havia chegado à 11ª DP (Rocinha), e a argentina chegou a ser encaminhada para o Instituto Médico Legal (IML), para fazer exame de corpo de delito. Com achegada do oficial de Justiça, ela retornou para a delegacia e acabou sendo solta por volta das 20h, com tornozeleira.

O crime de injúria racial é inafiançável e podem levar à prisão de 2 a 5 anos.

O advogado Ezequiel Roitman, que representa Agostina, afirmou que a defesa vai se manifestar nos autos do processo. Segundo ele, a cliente sempre colaborou com a Justiça. “Ela nunca quis se evadir, nunca quis fugir ou intimidar testemunhas”, disse.

Entenda o caso:

A prisão preventiva foi decretada após a 37ª Vara Criminal aceitar a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). O pedido se baseou no risco de fuga e no comportamento reiterado da advogada, que, de acordo com a promotoria, repetiu as ofensas mesmo após ser alertada de que a conduta configurava crime no Brasil.

O caso aconteceu no dia 14 de janeiro. Segundo a denúncia do MPRJ, Agostina se referiu a um funcionário do bar como “negro” de forma pejorativa e, ao deixar o local, usou a palavra “mono”, que em espanhol significa macaco, além de imitar gestos do animal. Ainda de acordo com a promotoria, ela voltou a fazer ofensas, usando expressões como “negros de m…” e “monos”.

Um vídeo com os gestos viralizou nas redes sociais e deu início à investigação da Polícia Civil. Agostina nega as acusações. Segundo ela, o ato seria uma “brincadeira” direcionada às suas amigas.