As eleições estaduais terão um alto índice de renovação neste ano. Dos 27 governadores, 18 não podem tentar a reeleição. Isso acontece porque a lei brasileira não permite três mandatos consecutivos.
Com oito anos no cargo, esses políticos terão que buscar novos rumos e tentar eleger um sucessor. Até o momento, quatro já manifestaram o desejo de entrar na corrida presidencial, e ao menos seis devem brigar por vagas do Senado, que neste ano vai trocar 54 das 81 cadeiras.
No momento, ninguém é candidato oficialmente. Pelo calendário eleitoral, as candidaturas devem ser definidas pelos partidos durante as convenções, entre julho e agosto. Depois disso, devem ser registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 15 de agosto. E a partir daí a campanha começa.
O governador que quiser ser candidato a presidente, a senador ou a deputado precisa renunciar ao mandato em abril, seis meses antes da eleição. É a chamada desincompatibilização. O objetivo é evitar que eles usem recursos públicos para obter algum tipo de vantagem eleitoral diante dos concorrentes.
No momento, quais são os cenários possíveis para os governadores:
- 9 poderão tentar a reeleição;
- 4 pré-candidatos à Presidência;
- ao menos 6 pré-candidatos ao Senado;
- 5 com futuro indefinido;
- 3 têm dito que não devem ser candidatos e por isso devem seguir no mandato até o fim.






