Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Prefeitura de Itaboraí capacita comerciantes para atuação segura no Ita Folia 2026
Região Metropolitana
Prefeitura de Itaboraí capacita comerciantes para atuação segura no Ita Folia 2026
Asilo irregular é interditado pela Prefeitura em Inhoaíba
Rio de Janeiro
Asilo irregular é interditado pela Prefeitura em Inhoaíba
OAB-RJ mantém plantão 24 horas no Carnaval para orientar vítimas de violência e discriminação
Carnaval
OAB-RJ mantém plantão 24 horas no Carnaval para orientar vítimas de violência e discriminação
Detonações na Serra das Araras são suspensas para reduzir impacto no tráfego do Carnaval
Geral
Detonações na Serra das Araras são suspensas para reduzir impacto no tráfego do Carnaval
Transporte público terá esquema especial 24h no Carnaval 2026 no Rio
Rio de Janeiro
Transporte público terá esquema especial 24h no Carnaval 2026 no Rio
Sapucaí terá 195 mil copos reutilizáveis para os foliões
Carnaval
Sapucaí terá 195 mil copos reutilizáveis para os foliões
Operação Porto+Seguro flagra irregularidades e gera mais de R$ 250 mil em autos de infração 
Estado
Operação Porto+Seguro flagra irregularidades e gera mais de R$ 250 mil em autos de infração 

Rio teve mais mortes do que nascimentos em 2025

Os dados são do Portal da Transparência do Registro Civil

Siga-nos no

Reprodução

O Rio de Janeiro entrou em 2025 num grupo pequeno — e simbólico — de capitais brasileiras onde morreu mais gente do que nasceu. O dado aparece no Portal da Transparência do Registro Civil, em levantamento reunido pelo Poder360 com base nas informações disponíveis nos cartórios.

Além do Rio, Porto Alegre também registrou mais mortes do que nascimentos em 2025. No caso da capital gaúcha, a diferença foi mínima, de 17 ocorrências, e a cidade já vive esse cenário desde 2020. No Rio, segundo o levantamento, esse tipo de inversão aconteceu em três dos últimos seis anos.

Quando o foco sai da capital e vai para o estado, o alerta fica ainda mais alto: o Estado do Rio de Janeiro teve, em 2025, apenas 1,1 nascimento para cada morte — a menor “taxa de reposição” do país no período. O Rio Grande do Sul aparece em seguida, com 1,2.

Do outro lado do mapa, estados como Amazonas (4,1) e Amapá (4,0) registraram as maiores proporções, chegando perto de quatro nascimentos para cada morte. Entre as capitais, a distância também é grande: Teresina liderou com 4,81 nascimentos por morte, seguida por Macapá, com 3,89.

Por que isso importa 
O tema tem impacto direto na economia e na vida prática. Menos nascimentos hoje significam menos gente entrando no mercado de trabalho nas próximas décadas e, em tese, mais pressão sobre a conta da Previdência.