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Cordão da Bola Preta arrasta multidão no Centro e celebra o ‘DNA do Carnaval’ em seu 107º desfile

Com expectativa de 700 mil foliões, o bloco mais antigo do Rio coloriu a Rua Primeiro de Março de preto e branco; Paolla Oliveira e Leandra Leal brilharam na corte de estrelas.

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A tradição e a resistência do Carnaval de rua do Rio de Janeiro ganharam as cores preto e branco na manhã deste sábado (14). O centenário Cordão da Bola Preta realizou seu 107º desfile, reafirmando seu título de maior e mais antigo bloco da capital fluminense. Segundo a Riotur, o megabloco atraiu cerca de 700 mil pessoas para a Rua Primeiro de Março, no Centro.

Sob o tema “Bola Preta, DNA do Carnaval”, o desfile celebrou o primeiro ano do bloco como Patrimônio Histórico, Cultural e Imaterial do Estado do Rio, título sancionado por lei estadual no ano passado.

Corte de estrelas e emoção

A concentração teve início às 7h, com uma constelação de celebridades que compõem a Corte Real. A rainha Paolla Oliveira chegou sob aplausos pouco antes das 9h, visivelmente emocionada. Ao seu lado, a porta-estandarte Leandra Leal destacou o valor cultural do evento.

“É a festa da democracia. Ver essa multidão convivendo e dançando é uma ‘tecnologia’ que o Brasil deveria exportar”, afirmou Leandra, que desfila no bloco há anos. O time de embaixadores e musas contou ainda com nomes icônicos como Maria Rita, Neguinho da Beija-Flor, Tia Surica e Selminha Sorriso.

Diversão e Segurança

Para garantir a fluidez do evento, que integra o Circuito Preta Gil de Megablocos, a Polícia Militar estabeleceu um forte esquema de segurança. Pontos de revista com barreiras metálicas foram montados em todos os acessos à Avenida Primeiro de Março, com o objetivo de evitar a entrada de objetos cortantes e garantir a integridade dos foliões sob o sol forte.

Além da folia, o Bola Preta serviu de palco para manifestações sociais. O microempreendedor Eder Manente viajou de Campinas (SP) para o Rio com um propósito: “Vim protestar pelo cão Orelha, morto em Florianópolis. Crimes contra animais não podem cair no esquecimento”, declarou.

História Viva

Fundado em 1918, o Cordão da Bola Preta sobreviveu a pandemias e transformações urbanas, mantendo viva a essência das marchinhas e do samba. A dispersão ocorreu por volta das 13h, abrindo caminho para os outros blocos que compõem a agenda oficial do Carnaval Rio 2026.