Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Pix atinge recorde histórico de 318 milhões de transações em meio a embate comercial com os EUA
Brasil
Pix atinge recorde histórico de 318 milhões de transações em meio a embate comercial com os EUA
O paradoxo da privacidade: Dados de brasileiros são vendidos na dark web por menos de R$ 70
Brasil
O paradoxo da privacidade: Dados de brasileiros são vendidos na dark web por menos de R$ 70
Unidos da Tijuca inicia construção de nova quadra na Zona Portuária do Rio
Rio de Janeiro
Unidos da Tijuca inicia construção de nova quadra na Zona Portuária do Rio
Ventos de até 67 km/h e queda de árvore marcam início de domingo no Rio
Estado
Ventos de até 67 km/h e queda de árvore marcam início de domingo no Rio
Fluminense derrota Vasco, encerra jejum e mantém rival no Z4 do Brasileirão
Esportes
Fluminense derrota Vasco, encerra jejum e mantém rival no Z4 do Brasileirão
Nuvem de cinzas vulcânicas paralisa aeroportos na Indonésia e afeta voos internacionais
Mundo
Nuvem de cinzas vulcânicas paralisa aeroportos na Indonésia e afeta voos internacionais
Receita do governo deve atingir recorde de R$ 3,24 trilhões em 2026
Brasil
Receita do governo deve atingir recorde de R$ 3,24 trilhões em 2026
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Bard, o ‘ChatGPT do Google’, é lançado no Brasil

Siga-nos no

Foto: Reprodução

Foi lançado nesta quinta-feira (13) no Brasil, o Bard, ferramenta de inteligência artificial do Google. O serviço, que funciona como o ChatGPT, é gratuito e chega ao país pouco mais de três meses após ser lançado nos Estados Unidos e no Reino Unido.

Com a expansão, o robô passa a estar disponível em 40 idiomas, incluindo o português. Para usar o Bard, basta acessar bard.google.com e pedir para ele realizar uma tarefa.

Segundo o Google, o Bard cria roteiros turísticos, dá dicas de como começar uma atividade, escreve textos em vários formatos, faz resumos em tópicos, sugere códigos de programação, entre outros. O serviço também pode incluir fotos em suas respostas.

Anunciado em fevereiro, o robô ainda é tratado pelo Google como um experimento. A empresa diz que ele evolui à medida que suas respostas são avaliadas por usuários.

O Google anunciou também os novos recursos do Bard:

  • Compartilhar respostas: é possível dividir com outras pessoas parte ou toda a conversa por meio de links gerados na plataforma;
  • Respostas em voz alta: o que foi escrito pelo robô é reproduzido em áudio;
  • Fixar e renomear conversas: barra lateral mostra histórico das mensagens e permite controlar o que aparece primeiro;
  • Exportar código-fonte: recurso para programadores permite enviar trecho criado pelo robô para o site de compartilhamento de códigos Replit;
  • Tom das respostas: mensagens podem ter estilos diferentes (simples, longo, curto, profissional ou casual) – no momento, recurso está disponível apenas em inglês;
  • Descrição de imagens: serviço pode descrever ou criar texto relacionado a foto usando tecnologia do Google Lens – por enquanto, recurso só está disponível em inglês.

Como o Bard funciona

O Bard é um robô que tenta “imitar” humanos ao escrever mensagens. Ele é baseado na inteligência artificial LaMDA (sigla em inglês para “Modelo de Linguagem para Aplicações de Diálogo”) e treinado a partir de informações encontradas na internet.

Assim como o ChatGPT, o Bard não mostra a fonte do que está escrito em suas respostas – esse tipo de informação é apresentado pelo Bing, da Microsoft, por exemplo. Além disso, o Google alerta que o seu serviço pode apresentar dados incorretos.

Uma das diferenças para o ChatGPT é que, na maioria das vezes, o robô do Google apresenta três opções de resposta. A ideia da empresa é que os usuários tenham alternativas caso a primeira sugestão não seja satisfatória.

O serviço também conta com um botão para o Google, que permite fazer uma pesquisa independente sobre o assunto da conversa em uma nova aba.

Uso responsável da IA

O Google afirmou que busca uma abordagem “ousada e responsável” sobre a inteligência artificial e que trabalhou com especialistas, legisladores e reguladores durante a expansão do Bard.

A empresa disse vai guiar o desenvolvimento da ferramenta segundo seus padrões, que determinam que ferramentas de IA precisam evitar criar ou reforçar preconceitos ou outros tipos de danos para a sociedade.

“À medida que levamos o Bard para mais regiões e idiomas ao longo do tempo, continuaremos usando nossos Princípios de IA como um guia, incorporando os feedbacks dos usuários e tomando medidas para proteger a privacidade e os dados das pessoas”, disse Bruno Pôssas, vice-presidente global de engenharia para Busca do Google.