Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Senado dá aval a piso de R$ 13,6 mil para médicos e dentistas e acende alerta no governo
Brasil
Senado dá aval a piso de R$ 13,6 mil para médicos e dentistas e acende alerta no governo
Alerj aprova projeto que amplia transparência sobre violência contra mulheres em aplicativos
Política
Alerj aprova projeto que amplia transparência sobre violência contra mulheres em aplicativos
Governo prepara alerta para 2,5 milhões de aparelhos roubados em todo o país
Brasil
Governo prepara alerta para 2,5 milhões de aparelhos roubados em todo o país
Morre Tulé Peake, diretor de arte de clássicos como Cidade de Deus e Tropa de Elite
Entretenimento
Morre Tulé Peake, diretor de arte de clássicos como Cidade de Deus e Tropa de Elite
Projeto oferece inclusão digital gratuita para mulheres idosas no Centro do Rio
Rio de Janeiro
Projeto oferece inclusão digital gratuita para mulheres idosas no Centro do Rio
Alerj inaugura espaço exclusivo para jornalistas no plenário
Estado
Alerj inaugura espaço exclusivo para jornalistas no plenário
Governo registra o PIX como marca de “Alto Renome”, após ataques dos EUA
Brasil
Governo registra o PIX como marca de “Alto Renome”, após ataques dos EUA
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Justiça condena profissionais que defenderam o ‘kit covid’ a pagar R$ 55 milhões

Siga-nos no

Foto: Reprodução Internet

A Justiça Federal do Rio Grande do Sul condenou profissionais da saúde defensores do suposto ‘tratamento precoce‘ contra a Covid-19 a pagar 55 milhões de reais por danos morais coletivos e à saúde.

De acordo com a denúncia, os acusados divulgaram um material publicitário que era intitulado como Manifesto pela Vida, criado por um grupo que se autodenominava “médicos do tratamento precoce Brasil”, que estimulava o consumo de medicamentos do “kit covid”, que incluía o uso de medicamentos como hidroxicloroquina e ivermectina, medicamentos cujo estudos científicos comprovaram ineficácia contra a doença. Além de indicarem o uso dos medicamentos, os profissionais não destacavam os possíveis efeitos adversos e estimularam a automedicação.

Segundo os procuradores que assinaram a denúncia à Justiça, a publicação contraria a legislação e ato normativo que tratam da propaganda e publicidade de medicamentos.

– Resolução da Agência Nacional da Vigilância Sanitária (Anvisa), por exemplo, determina que as informações sobre medicamentos devem ser comprovadas cientificamente, o que não é o caso daqueles elencados no manifesto quando aplicados a casos de Covid-19 – destacaram.

Duas ações distintas foram proferidas para a condenação dos responsáveis pela publicação de material “Manifesto Pela Vida”, uma contra a Associação Dignidade Médica de Pernambuco, conhecida como Médicos Pela Vida, e outra contra as empresas Vitamedic Indústria Farmacêutica (fabricante de ivermectina, que foi alvo da CPI da Covid no Senado), Centro Educacional Alves Faria (Unialfa) e o Grupo José Alves (GJA Participações).

Para a Justiça Federal, ficou comprovada a cumplicidade entre a Vitamedic (fabricante do medicamento ivermectina) e a Associação Médicos Pela Vida. De acordo com o Ministério Público Federal, a empresa financiou a publicidade irregular, com investimento de R$ 717 mil, como foi admitido pelo diretor da Vitamedic durante depoimento na CPI da Covid no Senado Federal. Segundo a análise feita no faturamento da Vitamedic com a venda de caixas de ivermectina em 2020, a empresa farmacêutica lucrou R$ 469,4 milhões. O valor é 2.925% superior ao faturamento de 2019 informado pela empresa, que havia sido de R$ 15,5 milhões.