O Flamengo protocolou no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) um pedido para que a chamada Nação Rubro-Negra seja reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.
A iniciativa faz parte de um movimento do clube que também busca o reconhecimento da torcida como a primeira “nação simbólico-cultural” do mundo pela Organização das Nações Unidas (ONU).
O documento foi entregue na sede rubro-negra, na Gávea, pelo ex-jogador Zico ao presidente do IPHAN, Leandro Grass, e ao diretor de Patrimônio Imaterial do órgão, Deyvesson Gusmão, durante visita ao acervo histórico do clube.
Segundo Grass, o pedido abre discussão sobre o reconhecimento de manifestações culturais associadas ao futebol no país. Para ele, registrar a Nação Rubro-Negra como patrimônio imaterial pode representar uma nova possibilidade dentro da política nacional de preservação cultural.
A mobilização também inclui uma petição pública lançada no ano passado para apoiar o reconhecimento da torcida pela ONU. O documento reúne cerca de 600 mil assinaturas, e a meta estabelecida pelo clube é atingir 1 milhão de apoios.






