Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Rio de Janeiro
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Justiça suspende contrato para recapeamento de ruas no Rio

Liminar da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital aponta problemas na análise de documentos em licitação

Siga-nos no

reprodução

A Justiça determinou a suspensão imediata de um contrato de mais de R$ 315 milhões firmado pela prefeitura do Rio para pavimentação e sinalização em ruas da região central da cidade e bairros como Botafogo, Copacabana, Flamengo, Tijuca, Vila Isabel e Grajaú, entre outros. As obras estavam previstas no âmbito da fase 3 do programa Asfalto Liso. A decisão, em caráter liminar, também interrompe os efeitos da licitação que levou à contratação da empresa vencedora e obriga o município a reavaliar a desclassificação de um consórcio concorrente.

A medida foi tomada pela juíza Mirela Erbisti da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital, a partir de ação movida por duas construtoras que integram o Consórcio Paviurb. As empresas alegam que foram indevidamente inabilitadas no processo licitatório, apesar de apresentarem a proposta de menor valor. Segundo os autos, o consórcio — formado pelas construtoras Macadame Ltda e Metropolitana S.A. — apresentou proposta para executar o serviço por cerca de R$ 290 milhões, aproximadamente R$ 25 milhões a menos que a empresa MJRE Construtora Ltda, vencedora da disputa.

Em nota, o Tribunal de Justiça do rio (TJRJ) informou que “a medida foi concedida em caráter de urgência, após a juíza Mirela Erbisti identificar indícios de irregularidades formais na condução da licitação, especialmente na fase de habilitação das empresas participantes”. O texto informa ainda que a “decisão tem caráter provisório e foi tomada com base em análise preliminar do caso, não representando julgamento final sobre o mérito da ação”.

O principal problema apontado na ação foi a forma como a comissão de licitação lidou com documentos apresentados durante uma das etapas da disputa. A alegação é que a prefeitura abriu prazo para que as empresas complementassem informações técnicas exigidas no edital. O consórcio, então, teria enviado a documentação dentro do prazo, mas foi inabilitado no dia seguinte, sem que o material tivesse sido analisado.

Em nota, a prefeitura informou que a “Procuradoria Geral do Município do Rio ainda não foi notificada e irá analisar, oportunamente, as medidas a serem adotadas para a manutenção do serviço”.

A MJRE Construtora informou que “a prefeitura deverá se posicionar sobre a decisão da justiça”. Procurado, o escritório Bruno Calfat Advogados, que representa o consórcio Paviurb, não se manifestou.