Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
PM prende dois agentes após morte de empresário durante abordagem na Pavuna
Rio de Janeiro
PM prende dois agentes após morte de empresário durante abordagem na Pavuna
Paes amplia articulação política no interior e recebe apoio de lideranças
Política
Paes amplia articulação política no interior e recebe apoio de lideranças
Suspeito de feminicídio de miss baiana morre em cela da Delegacia de Homicídios no Rio
Rio de Janeiro
Suspeito de feminicídio de miss baiana morre em cela da Delegacia de Homicídios no Rio
Projeto na Câmara do Rio propõe limite de 10% para cargos comissionados
Política
Projeto na Câmara do Rio propõe limite de 10% para cargos comissionados
Vereador de Nova Iguaçu é baleado em Cabuçu
Nova Iguaçu
Vereador de Nova Iguaçu é baleado em Cabuçu
Ondas de calor colocam produção de alimentos em risco global, alerta ONU
Geral
Ondas de calor colocam produção de alimentos em risco global, alerta ONU
Alerj aprova distribuição gratuita de próteses para mulheres mastectomizadas
Política
Alerj aprova distribuição gratuita de próteses para mulheres mastectomizadas

Caso Fernando Iggnácio segue aberto com cinco réus ainda na Justiça

Após condenação de ex-PM, processos desmembrados mantêm investigações e julgamentos em andamento no Rio

Siga-nos no

Foto: Reprodução

A condenação do ex-policial militar Rodrigo Silva das Neves pelo assassinato do contraventor Fernando Iggnácio, anunciada nesta sexta-feira (10/04), não encerra o caso. Outros três processos continuam tramitando na Justiça do Rio de Janeiro e envolvem cinco acusados de participação no crime.

Entre os réus estão os irmãos Pedro Emanuel D’Onofre Cordeiro e Otto Samuel D’Onofre Cordeiro, além de Márcio Araújo de Souza, Rogério Andrade e Gilmar Eneas Lisboa. Os julgamentos foram desmembrados, o que levou cada um a responder em etapas diferentes.

Pedro e Otto seriam julgados junto com Rodrigo, mas o processo foi interrompido após a destituição do advogado de defesa. Um novo representante foi nomeado, e o júri ainda será remarcado.

Apontado como mandante, Rogério Andrade responde em um processo separado. Segundo a denúncia, ele teria ordenado a execução com o apoio de seu chefe de segurança, Márcio Araújo de Souza. Preso desde outubro de 2024, Rogério está em um presídio federal e aguarda a fase final do processo.

No mesmo inquérito, Gilmar Eneas Lisboa é acusado de monitorar a rotina da vítima meses antes do crime, repassando informações detalhadas sobre seus deslocamentos.

Márcio Araújo, por sua vez, é apontado como responsável por intermediar a ação, coordenando os executores. Ele responde em liberdade, com uso de tornozeleira eletrônica e restrições judiciais.

As investigações indicam ainda que Pedro teria estudado a rotina de Fernando Iggnácio e analisado crimes semelhantes antes da execução. Ele foi preso no Paraguai em 2025. Já Otto é acusado de participação direta no assassinato.

Outro suspeito, Ygor Rodrigues Santos da Cruz, conhecido como Farofa, morreu em 2022 antes de ser julgado.

Segundo o Ministério Público, a condenação de Rodrigo representa apenas uma etapa do processo. Os demais casos seguem em andamento, sem previsão para os próximos julgamentos.