Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Governo monitora crimes eleitorais, desinformação e violência política no 2º turno
Eleições 2026
Governo monitora crimes eleitorais, desinformação e violência política no 2º turno
Cedae faz nova manutenção no Guandu e afeta abastecimento na Zona Oeste
Rio de Janeiro
Cedae faz nova manutenção no Guandu e afeta abastecimento na Zona Oeste
Lula discursa para multidão na Paulista; Flávio reúne legião na Barra da Tijuca em últimos atos de campanha
Destaque
Lula discursa para multidão na Paulista; Flávio reúne legião na Barra da Tijuca em últimos atos de campanha
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
Destaque
Lula arrasta multidão em Copacabana; Flávio participa de ato em Belo Horizonte, MG
CNT/MDA: Flávio Bolsonaro tem 50,7% dos votos válidos; Lula 49,3 %
Eleições 2026
CNT/MDA: Flávio Bolsonaro tem 50,7% dos votos válidos; Lula 49,3 %
MPE diz que não cabe à Justiça decidir sobre sigilos de candidatos e defende extinção do caso
Eleições 2026
MPE diz que não cabe à Justiça decidir sobre sigilos de candidatos e defende extinção do caso
TRE prevê eleição mais rápida neste domingo no RJ
Eleições 2026
TRE prevê eleição mais rápida neste domingo no RJ
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

PF pede prisão preventiva de MC Ryan SP, Poze do Rodo e criador da Choquei após habeas corpus

Investigação aponta movimentação de mais de R$ 1,6 bilhão e risco de continuidade de esquema de lavagem de dinheiro

Siga-nos no

Foto: Reprodução

A Polícia Federal solicitou à Justiça, nesta quinta-feira (23/04), a prisão preventiva de MC Ryan SP, MC Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira, além de outros investigados por suspeita de participação em um esquema bilionário de lavagem de dinheiro.

O pedido ocorre após o Superior Tribunal de Justiça conceder habeas corpus e considerar irregular a prisão temporária dos alvos. Com o avanço das investigações, no entanto, a PF afirma ter reunido novos elementos que justificam a conversão das medidas em prisões preventivas.

Segundo a corporação, o grupo teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão por meio de apostas ilegais, rifas clandestinas, empresas de fachada, uso de “laranjas”, criptomoedas e remessas ao exterior. A polícia aponta ainda risco de continuidade das atividades criminosas e possível interferência nas investigações.

Os investigados foram presos inicialmente no último dia 15 durante a Operação Narco Fluxo, desdobramento de apurações anteriores sobre lavagem de dinheiro e crimes financeiros. A análise de dados armazenados em nuvem, documentos e registros bancários ajudou a mapear a estrutura do grupo.

De acordo com a investigação, MC Ryan SP seria um dos principais beneficiários do esquema, utilizando empresas do setor musical para misturar recursos lícitos e ilícitos. Já MC Poze do Rodo apareceria vinculado a operações financeiras ligadas a rifas e apostas.

A PF também aponta que influenciadores digitais teriam papel estratégico na divulgação das atividades e na gestão de imagem dos envolvidos.

As defesas contestam as acusações e afirmam que as prisões são indevidas. O caso segue sob sigilo e em análise pela Justiça.