Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
TRE-RJ verifica sistema para as eleições e emite ‘zerésima’
Eleições 2026
TRE-RJ verifica sistema para as eleições e emite ‘zerésima’
“A gente deu a volta por cima”: líder no Datafolha, Benedita emociona em último vídeo antes da eleição
Eleições 2026
“A gente deu a volta por cima”: líder no Datafolha, Benedita emociona em último vídeo antes da eleição
Brasileiros começam a votar na Nova Zelândia e Austrália
Mundo
Brasileiros começam a votar na Nova Zelândia e Austrália
Em pronunciamento, presidente do TSE alerta para fake news
Brasil
Em pronunciamento, presidente do TSE alerta para fake news
Datafolha para o Senado no RJ, votos válidos: Benedita, 26%; Portinho, 19%; Jordy, 18%
Eleições 2026
Datafolha para o Senado no RJ, votos válidos: Benedita, 26%; Portinho, 19%; Jordy, 18%
Quaest mostra disputa acirrada pelas duas vagas ao Senado no Rio
Eleições 2026
Quaest mostra disputa acirrada pelas duas vagas ao Senado no Rio
Datafolha: Lula tem 45% e Flávio, 42%, dos votos válidos na véspera da eleição
Brasil
Datafolha: Lula tem 45% e Flávio, 42%, dos votos válidos na véspera da eleição
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Papa critica tratamento a imigrantes e pede mais humanidade nas políticas migratórias

Leão XIV afirma que refugiados são tratados com menos dignidade e cobra ação de países ricos

Siga-nos no

Foto: Reprodução Vatican News

O Papa Leão XIV fez duras críticas ao tratamento dado a imigrantes e refugiados em diversas partes do mundo. Durante uma entrevista no voo de volta a Roma, após viagem pela África, o pontífice afirmou que muitas dessas pessoas são tratadas “pior do que animais de estimação”.

Sem citar países diretamente, o líder da Igreja Católica destacou que quem foge de guerras, pobreza e crises humanitárias precisa ser tratado com dignidade. Ele reforçou que são seres humanos e devem receber um tratamento justo e respeitoso.

Apesar das críticas, o papa reconheceu que os países têm o direito de controlar suas fronteiras. No entanto, defendeu que as nações mais ricas invistam no desenvolvimento dos países mais pobres, para reduzir a necessidade de migração forçada.

O pontífice também questionou o papel das grandes economias na busca por soluções para as desigualdades globais que levam milhões de pessoas a deixar seus países de origem.