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Proposta do Irã rejeitada por Trump previa liberar Estreito de Ormuz e adiar debate nuclear

Plano estabelecia também que os EUA encerrariam o bloqueio aos portos iranianos.

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reprodução

A proposta apresentada pelo Irã e rejeitada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, previa reabrir o tráfego comercial no Estreito de Ormuz e encerrar o bloqueio naval à região. Segundo informou uma alta autoridade iraniana neste sábado (2), o plano sugeria o fim das hostilidades imediatas, deixando as discussões sobre o programa nuclear para uma etapa posterior.

Em resumo, o plano estabelecia que: a guerra terminaria com garantias de que Israel e EUA não atacariam o país novamente;
o Irã abriria o Estreito de Ormuz imediatamente; os Estados Unidos encerrariam o bloqueio aos portos iranianos; as discussões sobre restrições ao programa nuclear seriam realizadas em uma fase posterior, em troca do fim das sanções econômicas.

O impasse diplomático ocorre quatro semanas após os Estados Unidos e Israel suspenderem uma campanha de bombardeios contra o Irã. Até o momento, não houve acordo para encerrar o conflito que já provocou a maior interrupção na história do fornecimento global de energia.

Há mais de dois meses, o Irã bloqueia quase todo o transporte marítimo no Golfo Pérsico, permitindo apenas a circulação de suas próprias embarcações. Em represália, no mês passado, o governo americano impôs seu próprio bloqueio a navios que partem de portos iranianos.

Na sexta-feira (1º), Trump declarou a jornalistas na Casa Branca que “não está satisfeito” com a última oferta de Teerã, embora não tenha detalhado quais pontos específicos rejeita. “Eles estão pedindo coisas que eu não posso aceitar”, afirmou.

Washington mantém a postura de que não encerrará a guerra sem um acordo que garanta que o Irã nunca obterá uma arma nuclear — o principal motivo alegado por Trump ao lançar os ataques em fevereiro. O Irã, por sua vez, reitera que seu programa nuclear tem fins pacíficos.

Sob condição de anonimato, uma autoridade iraniana afirmou à Reuters que o governo acredita que a proposta de “fatiar” o acordo — separando a crise marítima da questão nuclear — seria um passo significativo para facilitar o entendimento.