Internado em estado grave por conta de uma infecção após complicações de uma cirurgia de prótese craniana realizada no dia 20 de abril, o piloto de helicóptero da Polícia Civil, Felipe Marques Monteiro, baleado durante uma operação na Vila Aliança, Zona Oeste do Rio, morreu neste domingo. Familiares divulgaram a morte do policial nas redes sociais.
O comandante da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), de 45 anos, foi internado no no Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul carioca em março de 2025, após ser atingido por um disparo de fuzil que destruiu parte do seu crânio.
Na unidade Felipe Monteiro passou várias por várias neurocirurgias e outros procedimentos. Durante os quase 9 meses de internação, o policial passou muitos deles em coma. Em dezembro do ano passado, o policial teve alta médica do São Lucas.
Na semana passada, o quadro clínico do comandante piorou, a ponto de a sua esposa, Keidna Marques, informar nas redes sociais que o policial precisou usar forte medicações para estabilizar a pressão.
No início de maio, Felipe Monteiro foi submetido a procedimentos para retirada de hematomas e sangramentos na cabeça e, posteriormente, para a inserção de um dreno.
Felipe Monteiro atuava como copiloto do Serviço Aeropolicial da Core, quando o helicóptero foi alvejado por tiros de fuzil, um dos quais tendo atingido a sai testa do policial.
Um dos criminosos responsáveis pelo ataque foi preso em maio, os demais criminosos seguem foragidos.










