Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Entretenimento
Rádio Manchete desembarca na Cidade do Rock e inicia cobertura especial
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Rio de Janeiro
Prefeitura do Rio anuncia projeto de revitalização para a Bangu
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Estado
Faetec abre 12 mil vagas gratuitas em cursos técnicos no RJ
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Política
Benedita lidera disputa pelo Senado no Rio, aponta pesquisa Vetor Arrow
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Brasil
Ibama autoriza Petrobras a perfurar mais três poços na Foz do Amazonas
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Política
Canella lidera ranking para deputado estadual e novas mudanças aparecem na Alerj
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
Rio de Janeiro
Rio entra em Estágio 2 por causa da operação do Rock in Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Operação mira esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 338 milhões em 5 anos

Operação Tarja Oculta foi deflagrada nesta quarta-feira (20)

Siga-nos no

divulgação

A Polícia Civil do RJ iniciou nesta quarta-feira (20) a Operação Tarja Oculta, que apura crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro ligados a um esquema financeiro ilícito que, segundo os investigadores, movimentou mais de R$ 338 milhões entre 2017 e 2022. Os valores teriam origem em crimes de estelionato praticados por meio de clonagem de cartões de crédito.

Agentes da Delegacia de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (DCC-LD) saíram para cumprir 39 mandados de busca e apreensão. Até a última atualização desta reportagem, uma grande quantidade de cédulas havia sido apreendida, mas não contabilizada.

De acordo com a Polícia Civil, a investigação começou após a apreensão de R$ 1 milhão em espécie em uma agência bancária em um shopping na Zona Sudoeste do Rio. O caso chamou a atenção de órgãos de inteligência financeira e do setor de compliance da instituição bancária.

Segundo as investigações, o grupo seria formado por ao menos 25 pessoas físicas e 5 empresas. Os investigados usariam empresas de fachada, “laranjas”, transferências bancárias sucessivas e saques em dinheiro para ocultar a origem dos recursos e reinseri-los na economia formal com aparência de legalidade.

As investigações foram baseadas em Relatórios de Inteligência Financeira, que apontaram intensa movimentação financeira entre os investigados e operações incompatíveis com a renda declarada de parte dos envolvidos.

A polícia informou que as diligências continuam para identificar toda a estrutura financeira usada pelo grupo.