Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Morre Janie Bradford, compositora de ‘Money’, primeiro hit da clássica gravadora Motown
Famosos
Morre Janie Bradford, compositora de ‘Money’, primeiro hit da clássica gravadora Motown
Prefeitura anuncia Plano de Mobilidade de Santa Cruz terá 70 km de intervenções e novos ônibus
Destaque
Prefeitura anuncia Plano de Mobilidade de Santa Cruz terá 70 km de intervenções e novos ônibus
Aposta única de SC leva prêmio acumulado da Mega-Sena
Geral
Aposta única de SC leva prêmio acumulado da Mega-Sena
Bispos defendem soberania, criticam ‘conservadorismo autoritário’ e pedem voto consciente
Brasil
Bispos defendem soberania, criticam ‘conservadorismo autoritário’ e pedem voto consciente
Rio aplica mais de 68 mil doses de imunizantes durante Dia D da Vacinação
Rio de Janeiro
Rio aplica mais de 68 mil doses de imunizantes durante Dia D da Vacinação
Marinha emite alerta de ressaca no mar na orla do Rio
Mais Quentes
Marinha emite alerta de ressaca no mar na orla do Rio
Pix apresenta instabilidade e falhas em pagamentos e transferências neste domingo
Mais Quentes
Pix apresenta instabilidade e falhas em pagamentos e transferências neste domingo
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Conselheira tutelar denuncia ameaças após ação contra grupo de “justiceiros” em Copacabana

Patrícia Felix registrou ocorrência na Decradi depois de sofrer ofensas e ameaças nas redes sociais após decisão judicial contra o grupo AGVC

Siga-nos no

Foto: Reprodução redes sociais

A conselheira tutelar Patrícia Felix registrou nesta sexta-feira (22/05) um boletim de ocorrência após sofrer ameaças de morte, ofensas e ataques racistas nas redes sociais. As agressões começaram após a repercussão da decisão judicial que impôs restrições à atuação do grupo “Anjos da Guarda Vigilância Comunitária” (AGVC), conhecido como “justiceiros de Copacabana”.

O caso foi registrado na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância como injúria por preconceito, ameaça e injúria.

Segundo Patrícia, os ataques se intensificaram depois que ela encaminhou ao Ministério Público denúncias sobre supostas perseguições e exposições de adolescentes promovidas pelo grupo na Zona Sul do Rio.

Foto: Reprodução

A decisão da Justiça determinou que William Correia da Silva Junior deixe de organizar, incentivar ou divulgar ações de vigilantismo envolvendo crianças e adolescentes, além de proibir a publicação de imagens e dados que permitam identificar menores de idade.

Em entrevista, a conselheira afirmou que passou a receber mensagens violentas e comentários ofensivos nas redes sociais. Entre as publicações, havia ameaças, discursos de ódio e mensagens com incentivo à violência.

“Estou sendo ameaçada de morte, sendo difamada e sofrendo racismo pela internet, mas existem leis nesse país”, declarou Patrícia.

Ela também reforçou que o Conselho Tutelar atua dentro das atribuições legais de proteção aos direitos de crianças e adolescentes, encaminhando denúncias aos órgãos responsáveis pela investigação.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro acusa o grupo AGVC de organizar perseguições, “caçadas” e exposições públicas de adolescentes suspeitos de furtos e roubos em bairros da Zona Sul.

A defesa de William Correia da Silva Junior negou as acusações e afirmou que ele nunca integrou organização criminosa, classificando as denúncias como frágeis e baseadas em narrativas.