Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Cantora iraniana é condenada a 74 chicotadas por se apresentar sem hijab em live
Mundo
Cantora iraniana é condenada a 74 chicotadas por se apresentar sem hijab em live
STF anula absolvição e determina reabertura do caso Mariana Ferrer
Brasil
STF anula absolvição e determina reabertura do caso Mariana Ferrer
Cláudio Castro recorre ao STF para tentar reverter inelegibilidade até 2030
Estado
Cláudio Castro recorre ao STF para tentar reverter inelegibilidade até 2030
Rio tem 600 mil jovens fora da escola e do trabalho, aponta IBGE
Estado
Rio tem 600 mil jovens fora da escola e do trabalho, aponta IBGE
Campanha no Maracanã reforça alerta sobre doenças cardíacas na infância
Rio de Janeiro
Campanha no Maracanã reforça alerta sobre doenças cardíacas na infância
Brasileiros seguem superstição e deixam estátua de Rocky Balboa sem camisa da Seleção
Mundo
Brasileiros seguem superstição e deixam estátua de Rocky Balboa sem camisa da Seleção
Moradora de Nova Iguaçu transforma luto em acolhimento para crianças afastadas de suas famílias
Nova Iguaçu
Moradora de Nova Iguaçu transforma luto em acolhimento para crianças afastadas de suas famílias
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Inverno 2026 começa no domingo com promessa de frio acima da média

Primeira onda de frio chega já nos primeiros dias da estação

Siga-nos no

reprodução

O inverno de 2026 só começa às 5h24 deste próximo domingo (21), no horário de Brasília — instante do solstício que traz a noite mais longa do ano —, mas os primeiros dias gelados da estação devem aparecer logo na virada deste fim de semana, principalmente em boa parte do Centro-Sul do país.

De acordo com a Climatempo, a tendência para o inverno é de um frio concentrado no início da estação, com chuva acima da média no Sul e pancadas fora de época no Sudeste e no Centro-Oeste.

No Norte e no Nordeste, o tempo deve ficar predominantemente seco e quente.

Julho deve ser o mês mais rigoroso. Duas fortes massas de ar frio são esperadas para o período — uma no meio e outra no fim do mês —, capazes de levar geada e temperaturas abaixo de zero ao Sul e a algumas áreas do Sudeste.

Uma dessas investidas polares pode empurrar o ar frio até as regiões de Goiânia (GO) e Brasília (DF), o norte de Minas Gerais e o extremo sul da Bahia.

A neve, sempre rara, tem mais chance de aparecer nas serras gaúchas e catarinenses nos primeiros dias da estação e ao longo de julho.

A primeira onda de frio, porém, chega antes disso. A previsão é de que uma forte massa de ar polar avance pelo interior do país entre os dias 22 e 30 de junho.

Ela deve atingir o Sul, partes do Sudeste e do Centro-Oeste. Esse mesmo ar gelado deve provocar friagem em Rondônia, no Acre e no sul do Amazonas.

“A tendência é que o começo do inverno seja marcado por mais episódios de frio. Nesse período, massas de ar de origem polar devem avançar com mais frequência pelo país e podem chegar até áreas do Norte do Brasil, provocando quedas bruscas de temperatura”, explica César Soares, meteorologista da Climatempo.

A partir da segunda quinzena de agosto, as massas de ar polar perdem força e as temperaturas voltam a subir, muitas vezes acima da média histórica.

Picos de calor são esperados para agosto no Centro-Oeste, no Sudeste, no Norte e no Nordeste.

Em setembro, nas últimas semanas da estação, cresce o risco de ondas de calor, sobretudo no Centro-Oeste, no Norte e no Nordeste.

“Na segunda metade da estação, principalmente a partir da segunda quinzena de agosto, o frio tende a perder força. A previsão é de que as temperaturas fiquem menos baixas e, em algumas regiões, até acima da média climatológica para o período”, acrescenta César.

No quesito chuva, o destaque continua sendo o Sul. A passagem mais frequente de frentes frias deve deixar a região mais úmida que o normal, e o sudoeste do Paraná pode registrar volumes bem acima da média.

Os temporais, porém, tendem a ser mais pontuais, sem a abrangência vista em 2024.

O Sudeste e o Centro-Oeste, onde o inverno costuma ser seco, podem ter pancadas fora de época em vários momentos do trimestre.

Ainda assim, boa parte dessas duas regiões terá muitos dias de ar seco e grande variação de temperatura entre a manhã e a tarde.

Já o extremo norte do país e a faixa leste do Nordeste devem ficar mais secos que o habitual — o que, somado ao calor, mantém aceso o alerta para queimadas, sobretudo na região do Matopiba, entre Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

Já o El Niño, que voltou a se formar oficialmente na primeira semana de junho, deve influenciar o comportamento do tempo principalmente na segunda metade do inverno.

O fenômeno, marcado pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico, vem se fortalecendo rapidamente e pode atingir uma intensidade forte a muito forte nos próximos meses.