Os motoristas do Rio de Janeiro continuam enfrentando uma das maiores disparidades do país no custo do seguro entre regiões de uma mesma cidade. Em maio, o Índice de Preço do Seguro de Automóvel e Moto (IPSA + IPSM), desenvolvido pela TEx (empresa da Serasa Experian), revelou que a taxa para carros variou de 3,9% na Zona Sul para 7,7% na Zona Norte. Essa variação representa uma diferença brutal de 97,4% entre os bairros cariocas.
Os dados detalhados mostram que a Zona Norte concentrou o maior índice para seguros de automóveis na capital fluminense, enquanto o outro extremo, a Zona Sul, registrou o menor percentual. A disparidade geográfica reforça como a localização residencial impacta diretamente o bolso do consumidor que busca proteger o seu veículo na capital.
Central e Zona Norte lideram nos seguros de motos
O cenário muda de figura quando o foco se volta para o segmento de motocicletas, mas os preços continuam elevados.
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Região Central: Registrou a maior taxa da cidade, onde o índice chegou a impressionantes 15,9%.
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Zona Norte: Ficou na segunda posição, com o seguro de motos atingindo 13,7%.
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Zona Sul: Manteve-se como a região menos onerosa, registrando uma taxa de 11,9%.
Grande Rio assume a liderança no ranking nacional
O levantamento, que acompanha detalhadamente nove regiões metropolitanas brasileiras, aponta que a Grande Rio apresentou os maiores índices do país tanto para automóveis quanto para motocicletas. Na região metropolitana fluminense, o seguro de carros atingiu a marca de 6,1%, enquanto o de motos chegou a 12,0%.
No cenário nacional, o índice médio do seguro de automóveis foi de 4,6% em maio, enquanto o de motocicletas ficou em 8,9%.
Embora os dois indicadores gerais tenham registrado aumento em relação ao mês de abril, os percentuais atuais permanecem abaixo dos observados no mesmo período de 2025, quando alcançaram 5,4% para automóveis e 9,7% para motos. Essa leve retração anual traz um pequeno alento, mas não anula o peso de se ter a apólice mais cara do Brasil.










