Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rio firma parceria com a Light para ampliar pontos de recarga de carros elétricos
Rio de Janeiro
Rio firma parceria com a Light para ampliar pontos de recarga de carros elétricos
Lula promete entregar sigilos ao TSE e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo
Eleições 2026
Lula promete entregar sigilos ao TSE e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo
Trabalha Rio oferece atendimento gratuito em quatro bairros nesta semana
Empregos
Trabalha Rio oferece atendimento gratuito em quatro bairros nesta semana
Ronaldo Fenômeno integra grupo que compra 80% da Inter de Limeira
Esportes
Ronaldo Fenômeno integra grupo que compra 80% da Inter de Limeira
PM retira seis toneladas de barricadas em comunidades de Madureira
Rio de Janeiro
PM retira seis toneladas de barricadas em comunidades de Madureira
André Janones apresenta melhora e poderá receber alta em até 48 horas
Política
André Janones apresenta melhora e poderá receber alta em até 48 horas
Número de eleitores indecisos mais que dobra a seis dias da eleição
Eleições 2026
Número de eleitores indecisos mais que dobra a seis dias da eleição
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Investigação aponta que Valdemar influenciou R$ 111 milhões em emendas parlamentares

Relatório da PF indica atuação do presidente do PL na destinação de recursos públicos a municípios e projetos

Siga-nos no

Foto: Reprodução

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, é investigado pela Polícia Federal por supostamente influenciar a destinação de R$ 111,8 milhões em emendas parlamentares ao Orçamento de 2024, mesmo sem exercer mandato no Congresso Nacional.

Segundo a investigação, o volume de recursos atribuído a Valdemar foi maior que o destinado por quase todos os deputados federais naquele ano, ficando atrás apenas das indicações feitas pelo então presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

A PF afirma que Valdemar teria atuado na indicação de emendas de comissão por meio da influência exercida como presidente do PL. As apurações levaram o ministro do STF, Flávio Dino, a autorizar uma operação da Polícia Federal e o bloqueio de R$ 119 milhões em bens do dirigente partidário.

A defesa nega qualquer irregularidade e afirma que não houve desvio de recursos públicos. Os advogados argumentam que é papel dos presidentes de partidos participar das articulações políticas e da definição de prioridades junto às bancadas parlamentares.

De acordo com a investigação, a maior parte dos recursos, cerca de R$ 97,4 milhões, foi destinada a municípios de São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro. Parte das verbas acabou bloqueada por decisões judiciais relacionadas às apurações sobre emendas parlamentares.