Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Irajá lidera apreensões de fuzis no Rio e PM ultrapassa marca de 400 armas retiradas das ruas
Estado
Irajá lidera apreensões de fuzis no Rio e PM ultrapassa marca de 400 armas retiradas das ruas
Argentina vira sobre a Inglaterra e garante vaga na final da Copa do Mundo
Esportes
Argentina vira sobre a Inglaterra e garante vaga na final da Copa do Mundo
Copa do Mundo Feminina de 2027 deve gerar R$ 8,8 bilhões para a economia brasileira
Esportes
Copa do Mundo Feminina de 2027 deve gerar R$ 8,8 bilhões para a economia brasileira
Chile decreta estado de emergência após alerta para tempestades severas
Mundo
Chile decreta estado de emergência após alerta para tempestades severas
Alerj avalia proibir patrocínio adulto em esportes fluminenses
Estado
Alerj avalia proibir patrocínio adulto em esportes fluminenses
Explosão em fábrica de fogos deixa um morto e dois feridos em Minas Gerais
Brasil
Explosão em fábrica de fogos deixa um morto e dois feridos em Minas Gerais
Rio registra queda nos roubos de rua e nos homicídios no primeiro semestre de 2026
Estado
Rio registra queda nos roubos de rua e nos homicídios no primeiro semestre de 2026
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Prato feito fica 7,2% mais caro e chega a R$ 31,90 em algumas regiões do Brasil

Os dados são do Índice Prato Feito, elaborado pelo Núcleo de Estudos Econômicos da Faculdade do Comércio de São Paulo

Siga-nos no

reprodução

O nosso famoso e necessário PF (prato feito) de cada dia ficou mais caro para os brasileiros em 2026. O preço médio do tradicional prato feito chegou a R$ 31,90 em junho, alta de 7,2% em relação a janeiro, quando custava R$ 29,77. Na comparação com março, o aumento foi de 5,4%.

Os dados são do Índice Prato Feito (IPF), elaborado pelo Núcleo de Estudos Econômicos da Faculdade do Comércio de São Paulo (FAC-SP), mantida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Com esse valor, quem almoça em restaurantes durante os 20 dias úteis do mês gasta, em média, R$ 638 apenas com a refeição, sem incluir bebidas ou sobremesas.

O levantamento acompanha o preço médio de um prato composto por arroz, feijão, proteína, salada e guarnição. Nesta edição, foram analisados 887 preços coletados em restaurantes e aplicativos de entrega nas cinco regiões do país.

Segundo o economista Rodrigo Simões, da FAC-SP, a alta é resultado do aumento dos custos dos alimentos, da mão de obra, dos combustíveis e do transporte. O cenário internacional também influenciou os preços, com a valorização do petróleo provocada pelas tensões envolvendo o Irã, que elevou os custos logísticos.

O Sul registrou o prato feito mais caro do país, com preço médio de R$ 34,90. Em seguida aparecem o Centro-Oeste (R$ 34,45), o Sudeste (R$ 31,99), o Nordeste (R$ 30) e o Norte, com a menor média, de R$ 29,99.

A inflação dos alimentos também ajudou a pressionar o preço da refeição. No primeiro semestre, tubérculos, raízes e legumes acumularam alta de 67,71%, enquanto o feijão-carioca subiu 52,82%. Hortaliças e verduras ficaram 13,91% mais caras, e as carnes avançaram 5,6%. O arroz foi a exceção, com leve queda de 0,51%.

A expectativa da FAC-SP é de que os preços continuem pressionados no segundo semestre. Entre os fatores de risco estão os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a produção agrícola e a instabilidade no mercado internacional de petróleo, que pode elevar novamente os custos dos combustíveis e da cadeia de abastecimento.

Segundo Rodrigo Simões, a tendência é que o prato feito ainda tenha novos reajustes nos próximos meses.