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A 3 dias do júri popular, Justiça não localiza babá de Henry Borel para prestar depoimento

Thayná de Oliveira Ferreira mudou três vezes de versões sobre o caso.

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reprodução

A Justiça do Rio não está conseguindo localizar a babá do menino Henry Borel, uma das principais testemunhas do processo por homicídio e tortura que será levado a júri popular na próxima segunda-feira (23).

Fontes na acusação e na defesa confirmaram a informação , a três dias do julgamento do ex-vereador Jairo Sousa dos Santos Júnior, o Doutor Jairinho, e da mãe da criança, Monique Medeiros, acusados pela morte do menino. O júri popular começa na próxima segunda-feira (23).

Procurado, o TJ afirmou que não pode prestar informações a respeito de intimações de testemunhas arroladas no processo.

Thayná de Oliveira Ferreira, convocada como testemunha de Monique Medeiros, apresentou três versões diferentes do crime à Polícia Civil e à Justiça, na primeira fase do processo.

Na primeira versão, Thayná afirmou em 24 de março que nunca tinha percebido nada de anormal na relação do casal com o menino.

Em abril, no segundo depoimento à polícia, Thayná afirmou que Monique sabia que o filho era agredido pelo padrasto, Jairinho, e que a mãe da criança pediu que ela mentisse à polícia. Na época, a babá disse que soube de três momentos diferentes em que Henry foi agredido, todas em fevereiro de 2021.

Já na audiência de instrução do caso, Thayná mudou a versão mais uma vez: disse que não sabia das agressões de Jairinho e que se sentia manipulada por Monique.

Antes de começar a falar na audiência presidida pela juíza Elizabeth Machado Louro, Thayná pediu para Monique sair da sala.

Em seguida, desmentiu em audiência que sabia das agressões. Segundo a babá, tudo pode ter sido imaginação da sua cabeça.

“No meu entendimento era a Monique que me fazia acreditar em muita coisa e por isso a minha cabeça estava transtornada e eu começava a imaginar um monstro, mas ali no quarto poderia não estar acontecendo nada e eu estava imaginando um monte de coisa”.

Thayná ainda disse que se sentiu usada pela mãe da criança.

“Me senti usada em que sentido? No sentido de que ela vinha, contava, tentava me mostrar o monstro do Jairinho e eu ficava com todas as coisas ruins na minha cabeça. Era tudo suposição da minha cabeça. Eu nunca vi nenhum ato”, disse a babá.

Pai de vítima relata preocupação
O pai de Henry, o vereador Leniel Borel, afirmou que é “extremamente grave” e muito estranho que a Justiça não consiga localizar a babá às vésperas do julgamento.

“Esse episódio não pode ser tratado como algo normal ou casual. Há fatos públicos e já amplamente conhecidos que impõem máxima atenção das autoridades”, pontuou Leniel.