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Ação policial efetua prisões e faz bloqueio em esquema de fraudes bancárias no RJ

Investigações indicam que o grupo movimentou ao menos R$ 320 milhões nos últimos cinco anos

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A Polícia Civil do RJ e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciaram nesta quarta-feira (4) a Operação Pecunia Obscura, contra um esquema de fraudes contra fintechs praticado na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, em Minas Gerais e no Maranhão. Pelo menos 3 pessoas foram presas até agoora.

Os investigados desviaram, de acordo com o inquérito, R$ 322 milhões em 5 anos e chegaram a negociar com o grupo de Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como o Faraó dos Bitcoins. Glaidson não é alvo nesta quarta-feira.

Agentes da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) e promotores do Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado (CyberGaeco/MPRJ) saíram para cumprir, no total, 4 mandados de prisão e 23 de busca e apreensão no Rio de Janeiro e no Maranhão. O MPRJ denunciou 11 pessoas pelo esquema.

No RJ, as equipes foram para endereços em Armação dos Búzios, Saquarema e Araruama, na Região dos Lagos; nas zonas Sudoeste e Norte da capital; e em Niterói e em São Gonçalo. No Maranhão, a ação é integrada com a Polícia Civil daquele estado.

As investigações estão sendo conduzidas pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas da Capital em conjunto com o Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos do MP.

A Justiça também determinou o sequestro de bens, móveis e imóveis, e da quantia de R$ 150 milhões.

Os alvos são:

Alex Maylon Passinho Dominici, preso no Maranhão;
Celis de Castro Medeiros Júnior, preso no Maranhão;
Saulo Zanibone de Paiva, foragido;
Yago de Araujo Silva, preso no Rio de Janeiro.
O inquérito apura os crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

O que indicam as investigações

O inquérito conduzido pela Polícia Civil apura os crimes de organização criminosa, estelionato, falsificação de documento público, uso de documento falso e lavagem de dinheiro.

A investigação teve início em março de 2021, após uma empresa noticiar que teria sido lesada em um esquema criminoso que causou um prejuízo estimado de R$ 1 milhão.

Durante a apuração, foi possível descobrir que criminosos usaram documentos falsos para desviar dinheiro após descobrirem uma vulnerabilidade no sistema.

Depois disso, foi solicitada cooperação junto ao Conselho de Controle de Atividades Financeira (Coaf), permitindo descobrir o esquema.

A organização criminosa atua na Região dos Lagos, com ramificações em Minas Gerais e Maranhão. Pelos dados coletados, eles fazem depósitos em espécie de milhares de reais e usam “empresas fantasmas” para fazer a lavagem do dinheiro obtido de maneira ilícita.