Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Niterói recebeu 1,5 milhão de visitantes em 2025
Niterói
Niterói recebeu 1,5 milhão de visitantes em 2025
Refinarias da Petrobras operam cima de 100% de capacidade
Economia
Refinarias da Petrobras operam cima de 100% de capacidade
Discriminação contra LGBT+ gera prejuízo de R$ 94,4 bi ao Brasil
Economia
Discriminação contra LGBT+ gera prejuízo de R$ 94,4 bi ao Brasil
Irã ameaça atacar cabos de internet instalados no Estreito de Ormuz
Mundo
Irã ameaça atacar cabos de internet instalados no Estreito de Ormuz
OMS classifica surto de Ebola que atinge Congo e Uganda como emergência internacional
Mundo
OMS classifica surto de Ebola que atinge Congo e Uganda como emergência internacional
Homem é preso por furto de celular no Centro do Rio
Rio de Janeiro
Homem é preso por furto de celular no Centro do Rio
Morre policial atingido na cabeça durante operação na Vila Aliança
Destaque
Morre policial atingido na cabeça durante operação na Vila Aliança
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Advogada argentina é presa no Rio por injúria racial contra funcionários de bar

Vídeos com ofensas racistas em Ipanema levaram à decretação da prisão preventiva

Siga-nos no

Foto: Reprodução

A Polícia Civil prendeu, na tarde desta sexta-feira (06), a advogada argentina Agostina Páez, investigada por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A prisão preventiva foi determinada pela 37ª Vara Criminal e cumprida por agentes da 11ª DP (Rocinha), que localizaram a estrangeira em um apartamento alugado no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste.

O caso ocorreu no dia 14 de janeiro e ganhou ampla repercussão após a divulgação de vídeos nas redes sociais. Nas imagens, Agostina aparece fazendo gestos associados a macacos e proferindo ofensas racistas contra trabalhadores do estabelecimento.

Segundo o depoimento de uma das vítimas, a confusão começou após um desentendimento sobre o valor da conta. Mesmo após ser advertida de que sua conduta configurava crime no Brasil, a turista teria continuado com os insultos.

Antes de ser presa, na quinta-feira (05), Agostina publicou um vídeo nas redes sociais dizendo estar com medo após a decretação da prisão preventiva. Ela alegou violação de direitos e pediu para não ser usada “como exemplo”. A Justiça, no entanto, entendeu que a permanência da investigada em liberdade poderia prejudicar o andamento do processo.

Agostina Páez, de 29 anos, é advogada e influenciadora digital na Argentina. Ela já cumpria medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica, e está impedida de deixar o país, com o passaporte apreendido. O crime de injúria racial prevê pena de dois a cinco anos de prisão. A acusada permanece à disposição da Justiça, enquanto as investigações seguem em andamento.