Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Rio firma parceria com a Light para ampliar pontos de recarga de carros elétricos
Rio de Janeiro
Rio firma parceria com a Light para ampliar pontos de recarga de carros elétricos
Lula promete entregar sigilos ao TSE e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo
Eleições 2026
Lula promete entregar sigilos ao TSE e desafia Flávio Bolsonaro a fazer o mesmo
Trabalha Rio oferece atendimento gratuito em quatro bairros nesta semana
Empregos
Trabalha Rio oferece atendimento gratuito em quatro bairros nesta semana
Ronaldo Fenômeno integra grupo que compra 80% da Inter de Limeira
Esportes
Ronaldo Fenômeno integra grupo que compra 80% da Inter de Limeira
PM retira seis toneladas de barricadas em comunidades de Madureira
Rio de Janeiro
PM retira seis toneladas de barricadas em comunidades de Madureira
André Janones apresenta melhora e poderá receber alta em até 48 horas
Política
André Janones apresenta melhora e poderá receber alta em até 48 horas
Número de eleitores indecisos mais que dobra a seis dias da eleição
Eleições 2026
Número de eleitores indecisos mais que dobra a seis dias da eleição
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Alcolumbre critica Planalto e diz que Senado não aceitará pressões na análise de Jorge Messias

Presidente do Senado acusa o Executivo de atrasar envio da indicação ao STF e tenta afastar responsabilização da Casa

Siga-nos no

Reprodução

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), divulgou neste domingo uma nota dura contra o Palácio do Planalto. Ele afirma que o governo estaria atrasando, de forma deliberada, o envio da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Para o parlamentar, a demora interfere no calendário da Casa e tenta atribuir ao Legislativo a responsabilidade por eventuais impasses no processo.

Alcolumbre ressaltou que cabe exclusivamente ao Senado avaliar e decidir sobre a escolha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o STF. Ele rejeitou a narrativa que, segundo disse, tem sido incentivada por setores do Executivo para sugerir a existência de acordos políticos ou condicionamentos para a aprovação do nome indicado.

Na nota, o presidente do Congresso criticou o que chamou de tentativa de distorcer o debate público sobre a relação entre os Poderes. Segundo ele, setores do governo estariam criando a impressão de que divergências institucionais são resolvidas com cargos e emendas. Alcolumbre classificou essa estratégia como ofensiva ao Legislativo e como um método de desqualificar adversários.

O senador defendeu a autonomia dos Poderes e afirmou que nenhuma autoridade pode se colocar acima da outra. O impasse ocorre enquanto o Planalto ainda não enviou a mensagem oficial com a indicação, o que impede o início das etapas formais no Senado, como a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça. O atraso tem sido visto por parlamentares como uma tentativa do governo de calibrar apoios antes de oficializar o processo.

O clima político já era tenso, marcado por divergências sobre pautas econômicas e articulação de emendas. A indicação ao STF ampliou a disputa entre Executivo e Legislativo e aumentou o desconforto entre senadores. O Planalto, por sua vez, ainda não se manifestou publicamente sobre as críticas de Alcolumbre.