Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Carnaval 2026 terá esquema especial de transporte para ensaios e megablocos no Rio
Carnaval
Carnaval 2026 terá esquema especial de transporte para ensaios e megablocos no Rio
PF investiga grupo suspeito de lavar R$ 39 milhões com criptomoedas
Brasil
PF investiga grupo suspeito de lavar R$ 39 milhões com criptomoedas
Polícia Civil e PRF apreendem mais de duas toneladas de maconha em Duque de Caxias
Mais Quentes
Polícia Civil e PRF apreendem mais de duas toneladas de maconha em Duque de Caxias
Câmara do Rio avalia homenagem a major da FAB morto em queda de helicóptero em Guaratiba
Rio de Janeiro
Câmara do Rio avalia homenagem a major da FAB morto em queda de helicóptero em Guaratiba
WhatsApp testa perfis com duas fotos e amplia opções de personalização
Geral
WhatsApp testa perfis com duas fotos e amplia opções de personalização
Trump descarta uso da força sobre a Groenlândia, mas pressiona por negociação imediata
Mundo
Trump descarta uso da força sobre a Groenlândia, mas pressiona por negociação imediata
Anac quer limitar responsabilização de áreas em casos de atraso e cancelamento de voos
Destaque
Anac quer limitar responsabilização de áreas em casos de atraso e cancelamento de voos

Alerj cobra investigação sobre tamponamento de esgotos por concessionárias

Comissão exige punição a empresas que bloquearam redes de condomínios inadimplentes

Siga-nos no

reprodução

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) cobrou da Agenersa apuração sobre denúncias de tamponamento de esgotos por concessionárias. A prática consiste em bloquear ligações de imóveis com contas atrasadas, colocando em risco a saúde pública e o meio ambiente.

O presidente da comissão, deputado Jari Oliveira, afirmou que vai exigir providências e punições para as empresas envolvidas. Moradores de prédios no Centro e na Barra da Tijuca relataram casos semelhantes, envolvendo Águas do Rio e Iguá Saneamento.

Representantes das concessionárias admitiram bloqueios em 31 condomínios, mas alegaram respaldo judicial ou tentativas de negociação. A Rio+Saneamento negou ter usado o procedimento, enquanto a Agenersa classificou a prática como crime ambiental e abriu processos administrativos.

A comissão pretende acompanhar as investigações, solicitar novos esclarecimentos e encaminhar pedidos ao Ministério Público para apurar possíveis crimes ambientais e sanitários decorrentes do tamponamento de esgotos.