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Alta de acidentes com veículos elétricos acende alerta após tragédia na Tijuca

Falta de regulamentação e de infraestrutura adequada reacende debate sobre segurança no trânsito

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Foto: Fabiano Rocha

O número de acidentes com veículos elétricos, como bicicletas motorizadas e autopropelidos, mais que triplicou na cidade do Rio de Janeiro, segundo dados recentes do Corpo de Bombeiros. O aumento ganha ainda mais destaque após a morte de mãe e filho na Tijuca, na Zona Norte, durante um acidente com um ônibus.

As estatísticas mostram que os casos saltaram de 65, em 2024, para 211 em 2025. Somente neste ano, já foram registrados 49 acidentes. O cenário reacendeu o debate sobre segurança viária e a regulamentação desses veículos.

Especialistas apontam que, apesar da existência de normas nacionais, como a Resolução 996 do Conselho Nacional de Trânsito, ainda falta regulamentação municipal para definir onde e como esses veículos podem circular.

A ausência de ciclovias e de sinalização adequada também é apontada como fator de risco. Moradores e familiares das vítimas cobram mais fiscalização, redução de velocidade em vias urbanas e investimentos em infraestrutura.

O caso reforça a preocupação com o crescimento desse tipo de transporte na cidade sem que haja, na mesma velocidade, políticas públicas para garantir a segurança de usuários e pedestres.