A Seleção Brasileira finalizou a preparação para enfrentar o Japão, nesta segunda-feira (29), pelas eliminatórias da Copa do Mundo. Na véspera da partida, o técnico Carlo Ancelotti pregou respeito ao adversário, evitou tratar o Brasil como favorito e falou sobre os planos para Neymar, que pode ser utilizado em uma função mais avançada dentro de campo.
O jogo será disputado às 14h, pelo horário de Brasília, no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos. Quem avançar enfrentará o vencedor do confronto entre Noruega e Costa do Marfim na próxima fase.
Em entrevista coletiva, Ancelotti afirmou que a Seleção encara o duelo como decisivo e destacou a organização da equipe japonesa. O treinador também lembrou que o Japão já venceu o Brasil por 3 a 2, de virada, em confronto anterior sob seu comando.
“Foi uma boa experiência para a gente saber que o Japão é uma equipe competitiva e uma das melhores do mundo. Eles venceram a Inglaterra em março, então temos total respeito por eles e a gente se preparou para o jogo como uma final, até porque é uma final”, afirmou o técnico.
Ancelotti também minimizou declarações sobre um possível favoritismo brasileiro. Para o italiano, o mata-mata aumenta a pressão e reduz a margem de erro, independentemente do adversário.
“Não pensamos nisso. O Japão é uma equipe muito competitiva, bem organizada. Tem uma estrutura muito clara na defesa e no ataque. É uma equipe que tem que ser respeitada e tem muita qualidade”, disse.
O treinador afirmou que a Seleção precisa estar preparada para diferentes cenários durante a partida, incluindo a possibilidade de prorrogação e disputa por pênaltis.
“Para o jogo de amanhã (hoje) precisamos de muitas coisas: mente, coração e ideia clara. Temos que estar preparados para tudo que pode acontecer em uma eliminatória. Acho que a equipe está preparada, motivada, com confiança. Nos últimos dois jogos foi bem, então está preparada para tudo que pode acontecer”, completou.










