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Com aparência tranquila e discurso convincente, uma mulher se apresentou como moradora de um prédio residencial no Jardim Botânico e conseguiu acesso à portaria ao alegar falha no sistema de reconhecimento biométrico. Pouco depois, voltou para liberar a entrada de um homem que dizia ser seu marido. Menos de uma hora depois, os dois deixaram o edifício carregando bolsas com objetos de valor. O caso, ocorrido no último sábado, é investigado pela 15ª DP na Gávea, que já identificou um dos envolvidos. A ação aconteceu em um prédio localizado na Rua Itaipava, em uma rua tranquila do bairro. Imagens das câmeras de segurança mostram a mulher ruiva, vestindo vestido claro e tênis, tentando acessar o prédio pelo sistema eletrônico antes de chamar o porteiro. Após informar o nome de uma moradora, ela foi autorizada a entrar. Em seguida, pediu que o funcionário liberasse também o suposto companheiro. Segundo a polícia, a dupla arrombou o apartamento da moradora cujo nome havia sido usado para enganar a portaria. Do local, foram levados joias, bolsas e dinheiro. As imagens mostram ainda o momento em que os dois deixam o prédio com diversas bolsas, enquanto o homem força o portão para sair, correndo em seguida até um carro branco estacionado do outro lado da rua. No veículo, estariam pelo menos mais três pessoas, que deram apoio à fuga. A perícia foi realizada logo após o registro da ocorrência, e as investigações seguem em andamento. De acordo com a Polícia Civil, o material coletado pelas câmeras de segurança tem sido fundamental para a identificação dos suspeitos. O episódio gerou alerta entre moradores da região. Cristina Rebelo, integrante da diretoria da Associação de Moradores e Amigos do Jardim Botânico, afirma que tomou conhecimento do caso pelas redes sociais e que a entidade reforçou os comunicados sobre segurança. “Sempre divulgamos os cursos para porteiros e síndicos ministrados pelo 23º BPM, além das reuniões mensais do Conselho Comunitário de Segurança, que contam com representantes da Polícia Militar, Polícia Civil e da prefeitura. A participação dos moradores é fundamental”, destacou. Como se prevenir contra invasões em prédios Segundo orientações das polícias Civil e Militar, a principal medida de segurança é não liberar a entrada de pessoas sem a confirmação absoluta de que são moradores ou visitantes previamente autorizados. Porteiros devem ser instruídos a checar informações com calma e, sempre que possível, confirmar diretamente com o morador citado. No caso de prestadores de serviço e entregadores, a recomendação é aceitar apenas atendimentos agendados e exigir identificação adequada. Já aos moradores, a orientação é clara: não permitir a entrada de desconhecidos que tentem aproveitar o momento de abertura do portão e sempre direcionar visitantes à portaria para identificação. A presença de câmeras de segurança também é considerada essencial, tanto para inibir ações criminosas quanto para auxiliar na identificação dos suspeitos. Em caso de furto ou arrombamento, o registro de ocorrência deve ser feito imediatamente, permitindo a realização da perícia, procedimento que, muitas vezes, é decisivo para a identificação dos autores.
Rio de Janeiro
Com aparência tranquila e discurso convincente, uma mulher se apresentou como moradora de um prédio residencial no Jardim Botânico e conseguiu acesso à portaria ao alegar falha no sistema de reconhecimento biométrico. Pouco depois, voltou para liberar a entrada de um homem que dizia ser seu marido. Menos de uma hora depois, os dois deixaram o edifício carregando bolsas com objetos de valor. O caso, ocorrido no último sábado, é investigado pela 15ª DP na Gávea, que já identificou um dos envolvidos. A ação aconteceu em um prédio localizado na Rua Itaipava, em uma rua tranquila do bairro. Imagens das câmeras de segurança mostram a mulher ruiva, vestindo vestido claro e tênis, tentando acessar o prédio pelo sistema eletrônico antes de chamar o porteiro. Após informar o nome de uma moradora, ela foi autorizada a entrar. Em seguida, pediu que o funcionário liberasse também o suposto companheiro. Segundo a polícia, a dupla arrombou o apartamento da moradora cujo nome havia sido usado para enganar a portaria. Do local, foram levados joias, bolsas e dinheiro. As imagens mostram ainda o momento em que os dois deixam o prédio com diversas bolsas, enquanto o homem força o portão para sair, correndo em seguida até um carro branco estacionado do outro lado da rua. No veículo, estariam pelo menos mais três pessoas, que deram apoio à fuga. A perícia foi realizada logo após o registro da ocorrência, e as investigações seguem em andamento. De acordo com a Polícia Civil, o material coletado pelas câmeras de segurança tem sido fundamental para a identificação dos suspeitos. O episódio gerou alerta entre moradores da região. Cristina Rebelo, integrante da diretoria da Associação de Moradores e Amigos do Jardim Botânico, afirma que tomou conhecimento do caso pelas redes sociais e que a entidade reforçou os comunicados sobre segurança. “Sempre divulgamos os cursos para porteiros e síndicos ministrados pelo 23º BPM, além das reuniões mensais do Conselho Comunitário de Segurança, que contam com representantes da Polícia Militar, Polícia Civil e da prefeitura. A participação dos moradores é fundamental”, destacou. Como se prevenir contra invasões em prédios Segundo orientações das polícias Civil e Militar, a principal medida de segurança é não liberar a entrada de pessoas sem a confirmação absoluta de que são moradores ou visitantes previamente autorizados. Porteiros devem ser instruídos a checar informações com calma e, sempre que possível, confirmar diretamente com o morador citado. No caso de prestadores de serviço e entregadores, a recomendação é aceitar apenas atendimentos agendados e exigir identificação adequada. Já aos moradores, a orientação é clara: não permitir a entrada de desconhecidos que tentem aproveitar o momento de abertura do portão e sempre direcionar visitantes à portaria para identificação. A presença de câmeras de segurança também é considerada essencial, tanto para inibir ações criminosas quanto para auxiliar na identificação dos suspeitos. Em caso de furto ou arrombamento, o registro de ocorrência deve ser feito imediatamente, permitindo a realização da perícia, procedimento que, muitas vezes, é decisivo para a identificação dos autores.
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Anvisa define cepas da vacina da gripe para 2026

Fórmula seguirá cepas recomendadas pela OMS e passa a valer a partir de fevereiro do próximo ano.

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definiu, nesta quinta-feira (27), quais vírus da influenza vão compor as vacinas da gripe utilizadas no Brasil em 2026. A atualização segue as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e vale tanto para as doses distribuídas pelo SUS quanto para a rede privada.

A mudança anual é essencial. O vírus da gripe sofre mutações rápidas, e a formulação precisa acompanhar a circulação global para manter a eficácia. Com base no monitoramento internacional, a OMS indica as cepas que devem ser incluídas a cada temporada.

Para o Hemisfério Sul, a composição de 2026 — aplicada a partir de 1º de fevereiro — será a seguinte:

Vacinas trivalentes: A/Missouri/11/2025 (H1N1)pdm09, A/Singapore/GP20238/2024 (H3N2) e B/Austria/1359417/2021 (linhagem Victoria).
Vacinas quadrivalentes: as três acima e B/Phuket/3073/2013 (linhagem Yamagata).
Vacinas não baseadas em ovos: A/Missouri/11/2025 (H1N1)pdm09, A/Sydney/1359/2024 (H3N2) e B/Austria/1359417/2021 (Victoria).

Todas deverão trazer no rótulo a indicação “CEPAS 2026 HEMISFÉRIO SUL”.

A diferença entre trivalente e tetravalente segue a lógica de cobertura: a tetra acrescenta a linhagem B/Yamagata, hoje praticamente desaparecida — motivo pelo qual a OMS recomenda a descontinuação das quadrivalentes a partir de 2027. No Brasil, porém, a transição será gradual. A Anvisa avalia que ainda não há oferta suficiente de trivalentes para substituir totalmente as tetravalentes no país sem risco de desabastecimento.

Também há distinção entre vacinas baseadas em ovos, tecnologia tradicional, e as não baseadas em ovos, produzidas por cultura de células e métodos recombinantes. Para o público, ambas continuam seguras e eficazes; a diferença pesa mais na logística e na cadeia produtiva.

Na prática, para quem vai ao posto, o que importa é que as doses estarão atualizadas para os vírus que devem circular em 2026, mantendo proteção elevada contra formas graves. A disponibilidade de tri ou tetravalentes dependerá da rede e da estratégia de transição adotada.

Em regiões específicas, o Ministério da Saúde ainda utiliza vacinas formuladas para o Hemisfério Norte, identificadas como “CEPAS 2025–2026 HEMISFÉRIO NORTE”, em razão da sazonalidade diferenciada. A composição inclui:
Trivalentes: A/Victoria/4897/2022 (H1N1)pdm09, A/Croatia/10136RV/2023 (H3N2) e B/Austria/1359417/2021 (Victoria).
Quadrivalentes: as três acima e B/Phuket/3073/2013 (Yamagata).
Não baseadas em ovos: A/Wisconsin/67/2022 (H1N1)pdm09, A/District of Columbia/27/2023 (H3N2) e B/Phuket/3073/2013 (Yamagata).

Mesmo com as mudanças técnicas, a orientação permanece: grupos elegíveis devem se vacinar quando a campanha começar.