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Após acidente fatal, aviação reforça fiscalização de voos na Barra e em Jacarepaguá

Decea e Anac vão ampliar o controle sobre altitude das aeronaves e endurecer punições para quem descumprir as regras

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Foto: Reprodução

A fiscalização de voos irregulares e do excesso de ruído de aeronaves na Barra da Tijuca e em Jacarepaguá será intensificada pelos órgãos federais da aviação. A decisão foi tomada em uma reunião entre o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) e a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

O encontro reuniu representantes dos dois órgãos e parlamentares que acompanham o tema. A medida ganha força após o acidente envolvendo dois helicópteros, ocorrido em junho, que deixou seis mortos.

Segundo os participantes da reunião, o Decea vai reforçar o monitoramento da altitude das aeronaves que circulam pela região. Já a Anac ampliará a fiscalização para identificar e punir pilotos e operadores que desrespeitarem as normas de voo.

Dados levantados por radares ADS-B apontam que cerca de 34% das aeronaves monitoradas na região estariam voando abaixo da altitude permitida.

Além das ações federais, parlamentares pretendem discutir com a Prefeitura do Rio possíveis medidas para reduzir os impactos das operações aéreas sobre os moradores da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá. O objetivo é aumentar a segurança e melhorar a qualidade de vida nas áreas afetadas.