Uma nova informação sobre a operação que levou à prisão do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União Brasil), divulgada nesta terça-feira (21), voltou a movimentar os bastidores da disputa pelo Senado no Rio.
O fuzil calibre 5,56 encontrado pela Polícia Federal no veículo de Canella durante a Operação Unha e Carne possuía autorização da Polícia Militar e estava acautelado a um terceiro-sargento da equipe de segurança do político.
A documentação teria sido assinada pelo então comandante-geral da PMERJ, Marcelo Menezes, hoje pré-candidato a deputado estadual pelo PL, com validade até 2027, reforçando a versão da defesa de que a arma pertencia à corporação.
Embora Canella siga sob medidas cautelares do ministro Alexandre de Moraes, do STF, como tornozeleira eletrônica e recolhimento noturno, aliados avaliam que a nova informação reduz parte do desgaste político do caso. Nos bastidores, ele mantém a intenção de disputar uma vaga ao Senado na chapa liderada por Douglas Ruas (PL), presidente da Alerj.
Pesquisa Vetor Arrow divulgada nesta semana mostra Canella em segundo lugar na lembrança espontânea dos eleitores, com 3,6% das citações, atrás de Benedita da Silva (PT), com 8,5%, e à frente de Pedro Paulo (PSD) e Marcelo Crivella (Republicanos).








