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Ataque a tiros em jantar da Casa Branca gera pânico e expõe falhas de segurança

Presidente Donald Trump é retirado às pressas; suspeito armado foi contido pelo Serviço Secreto

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Foto: Reprodução

As autoridades dos Estados Unidos seguem investigando, neste domingo (26/04), as circunstâncias do ataque a tiros ocorrido durante um jantar de correspondentes da Casa Branca, em Washington D.C. O evento reunia jornalistas e integrantes do alto escalão do governo, incluindo o presidente Donald Trump, que precisou ser retirado rapidamente após os disparos.

O caso está sob responsabilidade do FBI, e o suspeito deve ser formalmente acusado nesta segunda-feira (27). Informações preliminares indicam possíveis falhas no esquema de segurança do evento, realizado em um hotel da capital americana.

O momento dos tiros causou pânico entre os presentes. Muitos buscaram abrigo debaixo das mesas, enquanto agentes do Serviço Secreto entraram no local armados. Relatos apontam para cenas de tensão, com pessoas improvisando barreiras para se proteger.

Além de Trump, também foram retirados em segurança o vice-presidente J.D. Vance, a primeira-dama Melania Trump e o secretário de Estado Marco Rubio.

O suspeito foi identificado como Cole Allen, de 31 anos, morador da Califórnia. Segundo a polícia, ele portava uma espingarda, uma pistola e facas. Imagens mostram o homem correndo em direção ao bloqueio de segurança antes de ser interceptado por agentes, ainda do lado de fora do salão.

Durante a ação, houve troca de tiros. Um agente foi atingido no colete à prova de balas, sem ferimentos graves. O suspeito estava hospedado no hotel e teria usado o elevador para chegar ao andar do evento. O FBI também realizou buscas em um imóvel ligado a ele e trabalha com a hipótese de ação isolada.

A motivação do ataque ainda não foi confirmada, embora haja indícios de que o alvo pudesse ser integrantes do governo.

Após o incidente, Trump classificou o episódio como traumático e elogiou a rápida atuação das equipes de segurança. O evento foi adiado por até 30 dias, enquanto as investigações continuam e os protocolos de segurança passam por revisão.