Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
PF prende mulher com 2,8 kg de cocaína líquida no Aeroporto do Galeão
Rio de Janeiro
PF prende mulher com 2,8 kg de cocaína líquida no Aeroporto do Galeão
Palacete do Parque Lage tem reabertura prevista para abril de 2027
Cultura
Palacete do Parque Lage tem reabertura prevista para abril de 2027
Câmara instala comissão para debater Redução da Maioridade Penal
Política
Câmara instala comissão para debater Redução da Maioridade Penal
Anvisa proíbe venda e uso de 12 produtos de limpeza irregulare
Brasil
Anvisa proíbe venda e uso de 12 produtos de limpeza irregulare
Dona de clínica de estética é presa após mais de 20 pacientes relatarem sequelas
Baixada Fluminense
Dona de clínica de estética é presa após mais de 20 pacientes relatarem sequelas
Thiago Rangel renuncia ao mandato na Alerj para focar em Defesa no STF
Política
Thiago Rangel renuncia ao mandato na Alerj para focar em Defesa no STF
Botafogo comemora 122 anos e recebe homenagem dos jogadores antes de decisão na Sul-Americana
Esportes
Botafogo comemora 122 anos e recebe homenagem dos jogadores antes de decisão na Sul-Americana
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Bacellar sobe o tom e critica decisões recentes do Tribunal de Contas

Siga-nos no

Foto: Reprodução Alerj

O presidente da Assembleia Legislativa (Alerj), deputado Rodrigo Bacellar (União), subiu o tom e criticou recentes decisões monocráticas do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). O desabafo aconteceu na sessão de abertura dos trabalhos do segundo semestre da Alerj, após o recesso.

O principal alvo da crítica foi a conselheira Marianna Montebello Willeman. Na análise do deputado, as decisões monocráticas, em especial as proferidas por Montebello, têm atrapalhado, por exemplo, a entrega de obras por parte do governo estadual.

“Já levei essa reclamação publicamente ao presidente do TJ, ao procurador-geral de Justiça e ao governador Cláudio Castro. O governo estadual não está conseguindo trabalhar em função disso. Acho que a conselheira devia se habilitar a uma vaga no quinto constitucional e ir para o Tribunal de Justiça para dar decisões conforme ela gosta, de acordo com a sua consciência”, afirmou.

Entre os exemplos de obras paralisadas por conta de decisão monocrática, Bacellar citou a Ponte da Integração, no Norte Fluminense. O presidente da Alerj frisou que decisões desse tipo exorbitam o poder individual de cada conselheiro.

“A Corte de Contas é um órgão auxiliar ao Legislativo. No último ano, o TCE é o órgão que mais tem punido a política do estado. Qual é o interesse por trás disso? Nesse segundo semestre, vou ser implacável em tudo o que vier do TCE. Conclamo o parlamento nessa posição comigo porque nunca a gente foi tão maltratado e impedido de exercer a boa política”, acrescentou.

 

Segurança Presente

O assunto foi levantado após o deputado Jorge Felippe Neto (Avante) citar recente decisão do TCE que suspendeu o Laboratório de Estudos de Abordagem de Proximidade (Labeprox). O programa era uma parceria acadêmico-científica entre a Uerj e a Secretaria de Estado de Governo para aumentar o efetivo de agentes do Segurança Presente.

“Esse assunto vem tirando o sono de cidades e bairros com bases da operação Segurança Presente. Há dois meses a gente busca uma solução para a decisão da conselheira Marianna Montebello Willeman, há duas semanas, que colocou 800 agentes de apoio na rua, muitos sem receber seu salário”, afirmou.

 

Quem é Marianna Montebello Willeman

Marianna Montebello Willeman é doutora em Teoria do Estado e Direito Constitucional na PUC/Rio. Foi procuradora do Estado do Rio de dezembro de 2000 a abril de 2006. Tornou-se conselheira do TCE em junho de 2015, onde também já ocupou a posição de corregedora-geral.

Além disso, em 2017, ela foi a única conselheira a não ser alvo da operação Quinto do Ouro, que apurava desvios para favorecer membros da corte durante o governo de Sérgio Cabral. Na ocasião, tiveram prisão pedida os conselheiros Aloysio Neves, Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar, José Maurício Nolasco e Aluísio Gama de Souza. A operação teve como base a delação do então conselheiro Jonas Lopes.

*Com informações do Tempo Real