Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
França bate Marrocos, vai à semi e iguala marca histórica do Brasil no Mundial
Esportes
França bate Marrocos, vai à semi e iguala marca histórica do Brasil no Mundial
ANAC proíbe cobrança para marcar assentos de menores de 16 ano
Brasil
ANAC proíbe cobrança para marcar assentos de menores de 16 ano
Prefeitura lança segunda etapa do Sistema Rio para modernizar ônibus
Rio de Janeiro
Prefeitura lança segunda etapa do Sistema Rio para modernizar ônibus
Rock in Rio: Prefeitura do Rio reforça credenciamento para veículos de moradores
Rio de Janeiro
Rock in Rio: Prefeitura do Rio reforça credenciamento para veículos de moradores
Festival de Gramado desembarca no Rio para anunciar estrelas homenageadas em 2026
Cultura
Festival de Gramado desembarca no Rio para anunciar estrelas homenageadas em 2026
Casa Firjan recebe exposição inédita que transforma o tempo em arte através da fotografia
Cultura
Casa Firjan recebe exposição inédita que transforma o tempo em arte através da fotografia
Família e colegas se despedem de policial morto em Guadalupe com homenagens em Niterói
Região Metropolitana
Família e colegas se despedem de policial morto em Guadalupe com homenagens em Niterói
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Bala de canhão de 1711 é incorporada ao patrimônio cultural do Rio de Janeiro

Artefato, associado à invasão francesa, foi declarado de utilidade pública e será desapropriado pelo poder público

Siga-nos no

Reprodução

Uma bala de canhão de ferro maciço, ligada à invasão francesa de 1711, passou a integrar oficialmente o patrimônio cultural do Rio de Janeiro. O artefato foi declarado de utilidade pública em decreto publicado no Diário Oficial do Município, que determina sua desapropriação pelo poder público.

O decreto, assinado pelo prefeito Eduardo Paes, reconhece a peça como remanescente de um dos episódios mais marcantes da história colonial carioca: o ataque francês comandado por René Duguay-Trouin, que saqueou a cidade e impôs um resgate para sua libertação. A bala de canhão passa a ser considerada um bem portador de referência à identidade, ação e memória da sociedade carioca, conforme o artigo 216 da Constituição Federal.

A desapropriação transforma o artefato de um objeto de colecionador em testemunha concreta da história do Rio, refletindo a relação da cidade com seu território, sua defesa e sua memória.