Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Brasil consolida avanço social e segue fora do mapa da fome da ONU
Brasil
Brasil consolida avanço social e segue fora do mapa da fome da ONU
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Brasil tem cerca de oito milhões de usuários de serviços piratas de TV

A estimativa é que o mercado legal deixa de faturar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões por ano

Siga-nos no

Reprodução

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) estima que cerca de 8 milhões de pessoas utilizam TV pirata no Brasil. Com a utilização de serviços ilegais de IPTV ou TV por assinatura pirata, o mercado legal deixa de faturar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões por ano.

Com base na combinação de dados de infraestrutura técnica, análises econômicas, pesquisas amostrais e comparação com o mercado legal, a Anatel calcula que de 4 a 6 milhões seriam “clientes” da pirataria. O prejuízo do mercado legal está na perda da assinatura média mensal deles, entre R$ 70 e R$ 100. Mas a estimativa de “usuários” sobe quando considerados os compartilhamentos de acessos ou consumidores eventuais.

Em 2025, o governo federal intensificou o combate à pirataria digital. Foram apreendidos mais de R$ 166 milhões em equipamentos usados na oferta clandestina de serviços de TV no país.

“A prática da pirataria representa uma ameaça tanto aos cidadãos quanto ao Brasil, uma vez que expõe os usuários a vulnerabilidades digitais, como o vazamento de informações pessoais e ataques cibernéticos. Além disso, provoca perdas significativas na arrecadação de impostos, recursos que poderiam ser direcionados ao financiamento de políticas públicas essenciais”, destacou o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

Os principais tipos de produtos não homologados identificados pela fiscalização foram carregadores de baterias, equipamentos de radiação restrita e Smart TV Boxes, que historicamente concentram a maior parte das apreensões.

O consumo de produtos ilegais afeta diretamente a indústria de telecomunicações no Brasil. A pirataria contribui para o enfraquecimento do ambiente de negócios e da confiança no mercado interno, gerando insegurança jurídica e reduzindo a atração de investimentos estrangeiros. Outro efeito negativo ocorre na cadeia produtiva, com a redução de postos de trabalho diretos, como nas áreas de engenharia, atendimento e operação, o que impacta a mão de obra qualificada e atrasa o desenvolvimento econômico do país.