Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Alta de acidentes com veículos elétricos acende alerta após tragédia na Tijuca
Rio de Janeiro
Alta de acidentes com veículos elétricos acende alerta após tragédia na Tijuca
Inca inicia estudo para viabilizar rastreamento precoce do câncer de pulmão no SUS
Saúde
Inca inicia estudo para viabilizar rastreamento precoce do câncer de pulmão no SUS
ViaLagos deve receber mais de 127 mil veículos no feriado da Semana Santa
Costa do Sol
ViaLagos deve receber mais de 127 mil veículos no feriado da Semana Santa
Câmara do Rio aprova protocolos contra violência infantil inspirados na Lei Henry Borel
Política
Câmara do Rio aprova protocolos contra violência infantil inspirados na Lei Henry Borel
PF analisa milhares de vídeos e amplia investigação envolvendo banqueiro
Brasil
PF analisa milhares de vídeos e amplia investigação envolvendo banqueiro
Alta no querosene de aviação pressiona companhias aéreas
Brasil
Alta no querosene de aviação pressiona companhias aéreas
Servidores do Colégio Pedro II suspendem atividades em protesto
Rio de Janeiro
Servidores do Colégio Pedro II suspendem atividades em protesto

Brasileira mãe do sobrinho da porta-voz de Trump deixa detenção nos EUA

Bruna Ferreira pagará fiança e responderá ao processo migratório em liberdade, mas ainda teme deportação e afastamento do filho

Siga-nos no

Reprodução

A brasileira Bruna Ferreira, mãe do sobrinho da porta-voz do governo Donald Trump, Karoline Leavitt, recebeu nesta segunda-feira (8) autorização para responder ao processo migratório em liberdade mediante pagamento de fiança. A juíza Cynthia Goodman fixou o valor mínimo de US$ 1,5 mil e o representante do governo Trump não contestou a decisão, reconhecendo que Bruna não representa risco ou chance de fuga. A informação foi divulgada inicialmente pelo The Washington Post.

Bruna estava detida em um centro migratório na Louisiana e agora aguarda liberação após o pagamento da fiança, embora continue sujeita a possível deportação. Ela relatou o desespero no dia da prisão, quando havia acabado de deixar o filho, Michael Leavitt Junior, na escola em New Hampshire. Disse que a imagem do menino esperando na fila do transporte escolar sem ter quem o buscasse não sai de sua mente.

A brasileira afirmou temer ficar anos longe do filho e disse que ele precisa dela “agora, não daqui a 20 anos”. Durante a detenção, Bruna passou por unidades migratórias em quatro estados e acusou o ICE de tratá-la “como gado” nas transferências. Também relatou que, após sua ligação com Karoline Leavitt se tornar pública, virou alvo de curiosidade entre outras detentas.

Bruna contestou declarações de integrantes do governo Trump que afirmaram que ela nunca teria vivido com o filho, classificando as falas como falsas e repugnantes. Ela também disse não ter rompido completamente com Karoline e lembrou que escolheu a porta-voz como madrinha do menino, apesar de hoje considerar que confiou demais na relação.

O ex-companheiro Michael Leavitt negou qualquer envolvimento na detenção e afirmou ao Washington Post que deseja que o filho mantenha vínculo com a mãe. Disse ainda que nunca tentou impedir a convivência entre eles. Para Bruna, no entanto, a repercussão do caso criou uma narrativa que ela disse não compreender e que teme afastá-la ainda mais do filho.