Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Papa Leão XIV retoma audiências após cirurgia no pulmão e é recebido com aplausos no papamóvel
Mundo
Papa Leão XIV retoma audiências após cirurgia no pulmão e é recebido com aplausos no papamóvel
Governo RJ cria programa para combater discriminação e ampliar direitos da população LGBTQIA+
Estado
Governo RJ cria programa para combater discriminação e ampliar direitos da população LGBTQIA+
Flávio marca 50% e Lula tem 48% no 2º turno, diz pesquisa Palver
Eleições 2026
Flávio marca 50% e Lula tem 48% no 2º turno, diz pesquisa Palver
Estado lança pacote de editais de R$ 2,7 milhões para apoiar culturas populares com 77 propostas ligadas ao Funk e ao Hip Hop
Cultura
Estado lança pacote de editais de R$ 2,7 milhões para apoiar culturas populares com 77 propostas ligadas ao Funk e ao Hip Hop
OEA envia missão para acompanhar segundo turno das eleições no Brasil
Eleições 2026
OEA envia missão para acompanhar segundo turno das eleições no Brasil
Polícia faz operação em clínica de estética investigada após três mortes em Laranjeiras
Rio de Janeiro
Polícia faz operação em clínica de estética investigada após três mortes em Laranjeiras
Pesquisa Meio/Ideia mostra empate técnico, dentro da margem de erro, entre Lula e Flávio Bolsonaro
Eleições 2026
Pesquisa Meio/Ideia mostra empate técnico, dentro da margem de erro, entre Lula e Flávio Bolsonaro
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Brumadinho: 5 anos da maior tragédia humanitária do país

Siga-nos no

Foto: Reprodução

Há cinco anos, centenas de funcionários chegavam à Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, para iniciar mais um dia de trabalho. Eram engenheiros, técnicos administrativos, operadores e seguranças que atuavam numa mina do tamanho de 14 Maracanãs, de onde se extraía anualmente 8,5 milhões de minério de ferro, o que garantia lucros bilionários.

Eles não sabiam, porém, que a cerca de um quilômetro de distância, uma montanha de 86 metros com 12 milhões de metros cúbicos de rejeitos, o equivalente a 400 mil caminhões pipa, estava em situação de risco.

O rompimento da barragem, que poderia ser evitado segundo as autoridades, se concretizou às 12h28 do dia 25 de janeiro de 2019 e se tornou a maior tragédia humanitária do Brasil, com 270 mortos, inclusive duas grávidas, e a contaminação de mais de 300 quilômetros do Rio Paraopeba, atingindo a população de 26 cidades.

Segundo a investigação sobre o caso, o risco que os funcionários desconheciam era algo sabido pelo alto escalão da Vale S.A, responsável pela mina, e da TÜV SÜD, subsidiária alemã que certificou a segurança da estrutura. Por isso, as duas empresas, além de 16 então diretores, foram denunciados pelo Ministério Público. Depois de cinco anos, entretanto, não houve qualquer condenação criminal.