Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Caso Nossa Senhora: TSE forma maioria para manter post de Tabet e apagar fake news
Brasil
Caso Nossa Senhora: TSE forma maioria para manter post de Tabet e apagar fake news
Candidatos ao governo do Rio percorrem capital e interior nesta quinta
Política
Candidatos ao governo do Rio percorrem capital e interior nesta quinta
Vice de Lula, Geraldo Alckmin, diz na baixada que é “hora de convencer os indecisos”
Eleições 2026
Vice de Lula, Geraldo Alckmin, diz na baixada que é “hora de convencer os indecisos”
TSE alerta para golpe que cobra taxa falsa para regularizar título de eleitor
Brasil
TSE alerta para golpe que cobra taxa falsa para regularizar título de eleitor
Copiloto é preso na Arábia Saudita após esfaquear piloto em pleno ar
Mundo
Copiloto é preso na Arábia Saudita após esfaquear piloto em pleno ar
Lula avisa que não participará do debate da Globo nesta quinta-feira
Eleições 2026
Lula avisa que não participará do debate da Globo nesta quinta-feira
Real Time Big Data aponta 35% de indecisos na disputa pelo Governo do Rio
Política
Real Time Big Data aponta 35% de indecisos na disputa pelo Governo do Rio
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Câmara aprova projeto que inclui violência contra filhos na Lei Maria da Penha

Texto inclui violência vicária, quando o agressor usa terceiros para atingir uma mulher

Siga-nos no

reprodução

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18/03) um projeto de lei que inclui a violência contra filhos na Lei Maria da Penha, e passa a definir a violência “vicária” como uma das formas de violência doméstica e familiar.

A violência vicária, no contexto de crimes de gênero, é quando o agressor usa terceiros para atingir a vítima. Ou seja, quando o agressor não tem acesso ou possibilidade de atingir diretamente a vítima, pode tentar agir por meio de terceiros como um alvo indireto.

No texto aprovado, a violência vicária é entendida como “qualquer forma de violência” praticada contra filhos, pais, avós, pessoas dependentes, enteados, pessoas sob responsabilidade da vítima ou amigos e pessoas da rede de apoio.

O texto também altera o Código Penal Brasileiro e a Lei de Crimes Hediondos, ao incluir a chamada violência vicária entre as formas de violência doméstica e familiar, criar o crime de homicídio vicário e inserir a conduta no rol de crimes hediondos.

A proposta também tipifica o homicídio vicário, caracterizado quando o crime é cometido “com o fim específico de causar-lhe sofrimento, punição ou controle, no contexto de violência doméstica e familiar”. Nesses casos, a pena prevista é de reclusão de 20 a 40 anos.

O texto ainda estabelece aumento de pena de um terço até a metade quando o crime se dá em situações agravantes, como na presença da mulher, contra criança, adolescente, idoso ou pessoa com deficiência, ou em descumprimento de medida protetiva. Além disso, o homicídio vicário passa a integrar a lista de crimes hediondos, o que implica regras mais rígidas para cumprimento de pena.

A proposta, de autoria das deputadas Laura Carneiro (PSD-RJ), Maria do Rosário (PT-RS) e Fernanda Melchionna (Psol-RS), foi relatada por Silvye Alves (União-GO) e agora seguirá para o Senado.