Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Liesa confirma a noite dos enredos para agosto na Cidade do Samba
Rio de Janeiro
Liesa confirma a noite dos enredos para agosto na Cidade do Samba
Tumulto em saída da praia de Copacabana termina com apreensão de adolescentes e confusão em ônibus
Rio de Janeiro
Tumulto em saída da praia de Copacabana termina com apreensão de adolescentes e confusão em ônibus
Parreira apresenta evolução no tratamento e deve sair da UTI nos próximos dias
Famosos
Parreira apresenta evolução no tratamento e deve sair da UTI nos próximos dias
PP deixa chapa de Douglas Ruas sem vice na disputa pelo Governo do Rio
Política
PP deixa chapa de Douglas Ruas sem vice na disputa pelo Governo do Rio
Copacabana recebe título oficial de Raia Olímpica da Cidade do Rio
Rio de Janeiro
Copacabana recebe título oficial de Raia Olímpica da Cidade do Rio
Pesquisa aponta empate técnico entre Lula, Flávio Bolsonaro e Caiado em cenários de segundo turno
Política
Pesquisa aponta empate técnico entre Lula, Flávio Bolsonaro e Caiado em cenários de segundo turno
Fluminense cria clube de vantagens para sócios com descontos e cashback
Esportes
Fluminense cria clube de vantagens para sócios com descontos e cashback
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Câmara do Rio aprova lei que mapeia locais de repressão da ditadura

Programa Memória, Verdade e Justiça Carioca pretende revelar prédios usados para tortura, prisões e desaparecimentos forçados

Siga-nos no

Reprodução

O Programa Memória, Verdade e Justiça Carioca (PL 437/2025), de autoria da vereadora Maíra do MST (PT), foi aprovado em segunda discussão na Câmara Municipal do Rio. O projeto identifica prédios onde opositores da ditadura foram sequestrados, torturados e assassinados entre 1964 e 1985. Segue agora para sanção do prefeito Eduardo Paes (PSD).

A proposta recebeu 19 votos favoráveis e 10 contrários. Parlamentares de direita tentaram relativizar os crimes da ditadura e adotaram narrativas negacionistas. Maíra ressalta que o objetivo é preservar a memória e fortalecer a democracia, sem revanchismo.

Para pressionar pela aprovação, foi lançada a campanha “Liberte o Grito dos Muros: Memória é Compromisso com o Futuro”, que reuniu mais de 3.000 apoiadores. Entre eles estão artistas, juristas, parlamentares, movimentos sociais e familiares de vítimas da repressão estatal.

O projeto mapeia locais como o antigo DOPS, na Rua da Relação, e o DOI-Codi, na Tijuca, onde ocorreram prisões ilegais, tortura e desaparecimentos. A iniciativa visa romper o silêncio sobre esses crimes e garantir que a história seja lembrada para evitar novos abusos.

Maíra destaca que o Rio ainda carrega as marcas de um passado ditatorial não resolvido. Com o programa, a cidade projeta transparência sobre os locais de repressão e reforça a importância de enfrentar o autoritarismo para proteger a democracia e a cidadania.