Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Fluminense perde mais uma e precisa de milagre na Libertadores
Esportes
Fluminense perde mais uma e precisa de milagre na Libertadores
Rio retoma vacinação contra a gripe após chegada de novas doses
Rio de Janeiro
Rio retoma vacinação contra a gripe após chegada de novas doses
Vasco atropela Olimpia e assume a liderança da Sul-Americana
Esportes
Vasco atropela Olimpia e assume a liderança da Sul-Americana
Morre quinta vítima de explosão com carreta de gás na Dutra
Geral
Morre quinta vítima de explosão com carreta de gás na Dutra
Fifa confirma participação do Irã na Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos
Mundo
Fifa confirma participação do Irã na Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos
Dívidas podem cair até 90% com novo programa anunciado por Lula
Brasil
Dívidas podem cair até 90% com novo programa anunciado por Lula
Bolsonaro passa por cirurgia no ombro nesta sexta-feira
Brasil
Bolsonaro passa por cirurgia no ombro nesta sexta-feira
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Câmara do Rio rejeita projeto que reconhecia ambulantes da orla como patrimônio cultural

Proposta do PT foi derrubada após críticas de empresários e moradores sobre impactos no ordenamento urbano

Siga-nos no

Foto: Marcelo Piu/Prefeitura do Rio

A Câmara Municipal do Rio rejeitou, nesta quinta-feira (30/04), o projeto que previa transformar os ambulantes das praias e da orla em patrimônio cultural imaterial da cidade. A proposta recebeu 36 votos contrários e apenas oito favoráveis.

O texto foi apresentado pelo vereador Leonel de Esquerda (PT) e buscava reconhecer a importância dos trabalhadores ambulantes na rotina e na cultura das áreas de lazer do município.

O debate em torno do projeto ganhou força após a repercussão de uma ação da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) contra uma artesã em Ipanema, na Zona Sul, no último dia 11. A abordagem, registrada em vídeo por banhistas, gerou críticas e levou à abertura de um procedimento para apurar a atuação dos agentes envolvidos.

Após o episódio, o prefeito Eduardo Cavaliere anunciou o afastamento dos agentes e a abertura de um processo administrativo.

Apesar de ter sido aprovado inicialmente em primeira discussão, o projeto passou a enfrentar resistência de vereadores, empresários e associações de moradores, principalmente da Zona Sul.

Entidades ligadas ao comércio afirmaram que a medida poderia prejudicar o ordenamento urbano e aumentar a concorrência com o comércio formal. Em nota enviada à Câmara, a Associação Comercial do Rio classificou a proposta como um “retrocesso” e criticou possíveis impactos na organização da cidade.

Diante da repercussão, o texto chegou a sair da pauta para novas discussões, mas acabou rejeitado em votação final e será arquivado pela Casa.