A Portela levará para Avenida neste carnaval a história de resistência e identidade negra no Sul do Brasil. E quem estiver no Camarote Portela poderá mergulhar ainda mais no legado de Príncipe Custódio do Bará – A oração do Negrinho e a ressurreição de sua coroa sob o céu aberto do Rio Grande.
“Mais do que ocupar um espaço, este camarote escolhe reposicionar narrativas, devolver centralidade e honrar histórias que sempre estiveram aqui”, explica a cenógrafa Bárbara Boy.
Entre os destaques estão a exposição de fotos de Salemm inspirado no enredo e dois búzios gigantes da artista plástica Julia Cavalcanti Di Siqueira, instalados na subida para o segundo andar, que representam dois pulmões – ligando o Brasil à África.
Toda a curadoria artística e ocupação cenográfica se desenvolve sob a escuta atenta e a orientação de Jonathan Raymundo, professor, escritor e consultor para os desdobramentos e expressões da cultura preta neste projeto.






