Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Governo do Rio inaugura Centro de Radioterapia no Instituto Estadual do Cérebr
Rio de Janeiro
Governo do Rio inaugura Centro de Radioterapia no Instituto Estadual do Cérebr
Metrô do Rio terá reforço especial no funcionamento durante jogo da Seleção
Rio de Janeiro
Metrô do Rio terá reforço especial no funcionamento durante jogo da Seleção
Carteira de Identidade Nacional passa a valer como documento de entrada em países do Mercosul
Brasil
Carteira de Identidade Nacional passa a valer como documento de entrada em países do Mercosul
Justiça do Rio nega pedido de revogação de prisão preventiva do cantor Oruam
Rio de Janeiro
Justiça do Rio nega pedido de revogação de prisão preventiva do cantor Oruam
EUA atacam alvos no Estreito de Ormuz após acusação de violação de cessar-fogo pelo Irã
Mundo
EUA atacam alvos no Estreito de Ormuz após acusação de violação de cessar-fogo pelo Irã
Morre mulher que ficou presa em caminhonete que caiu no mar no Rio
Rio de Janeiro
Morre mulher que ficou presa em caminhonete que caiu no mar no Rio
CET-Rio monta operação de trânsito no Leblon e em Ipanema para corrida neste domingo
Rio de Janeiro
CET-Rio monta operação de trânsito no Leblon e em Ipanema para corrida neste domingo
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Caminhoneiros articulam paralisação por melhores condições de trabalho

Líderes afirmam que ato não é político; sindicatos e cooperativas divergem sobre adesão.

Siga-nos no

Caminhoneiros de várias regiões do Brasil organizaram uma paralisação nacional para a próxima quinta-feira, dia 4 de dezembro. A mobilização, segundo seus articuladores, não tem caráter político e busca melhorias estruturais para a categoria. Na semana anterior, houve uma tentativa de greve em protesto pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas o movimento não avançou.

Daniel Souza, caminhoneiro, influenciador digital e um dos líderes da greve de 2018, afirmou que a categoria vive uma situação “precária”. Entre os problemas citados estão baixa remuneração, dificuldade para cumprir leis por falta de estrutura adequada, insegurança nas estradas e perda de reconhecimento profissional. Os pleitos incluem estabilidade contratual, revisão do Marco Regulatório do Transporte de Cargas e aposentadoria especial após 25 anos de atividade comprovada.

Para Janderson Maçaneiro, presidente da Associação Catarinense dos Transportadores Rodoviários de Cargas, o movimento deve ter grande adesão. Ele afirma que há muitos profissionais descontentes e engajados na paralisação. O Sindicam declarou que não convoca a greve, mas apoiará os caminhoneiros caso decidam parar.

Apesar disso, a mobilização não é consenso. Na Baixada Santista, caminhoneiros autônomos se posicionaram contra a paralisação, alegando que há motivação política envolvida. O presidente da Cooperativa dos Caminhoneiros Autônomos do Porto de Santos, Marcelo Paz, disse que não houve assembleia, diálogo ou votação — passos necessários para uma decisão coletiva.

A última grande paralisação nacional ocorreu em 2018, quando a greve de dez dias contra os reajustes do diesel provocou desabastecimento de combustíveis e alimentos em todo o país. O movimento só terminou após o governo Michel Temer atender parte das reivindicações da categoria.