Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Rio de Janeiro
Turismo no Rio movimenta R$ 17 bilhões e recebe 1,3 milhão de estrangeiros no primeiro semestre
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
Brasil
Brasil permanece fora do Mapa da Fome e registra menor índice de insegurança alimentar da história
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Política
PF intima Jaques Wagner para depor em investigação sobre negociação de apartamento
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Estado
Governo do Rio exonera 173 cargos após fusão de secretárias de Agricultura
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Rio de Janeiro
Quase toda a Zona Sul do Rio tem praias impróprias para banho, aponta Inea
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
Baixada Fluminense
Incêndio atinge depósito da Águas do Rio em Queimados e é controlado pelos bombeiros
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
Maricá
União de Maricá amplia parceria para levar legado de Darcy Ribeiro à Sapucaí
2804-prefni-banner-saedas-728x90
2804-prefni-banner-saedas-728x90
previous arrow
next arrow

Centro do Rio recebeu mais de 3 milhões de turistas em 2025

Segundo o Observatório do Turismo Carioca foram 2.445.240 brasileiros e 602.632 estrangeiros

Siga-nos no

reprodução

O centro do Rio de Janeiro recebeu 3.047.872 turistas, de acordo com o Observatório do Turismo Carioca. Do total, 2.445.240 eram visitantes brasileiros e 602.632 estrangeiros.

Entre os turistas nacionais, o pico aconteceu em janeiro, com 236.572 visitantes. O menor movimento ficou em fevereiro, com 178.516. No recorte internacional, março aparece como o mês mais movimentado, com 67.747 estrangeiros, enquanto junho registrou o menor número, 34.233. A leitura, na prática, é que o Centro manteve fluxo relevante o ano inteiro, sem depender de uma única temporada.

A procura tem um motivo simples: é no Centro que o Rio junta boa parte do que o visitante quer ver “de verdade” quando procura história e cultura. Estão ali instituições e marcos como Biblioteca Nacional, Theatro Municipal, Museu Histórico Nacional, Paço Imperial e o Mosteiro de São Bento, além de centros culturais e praças que ajudam a costurar várias fases do país numa caminhada só.

Desde 2024, o Centro passou a ser reconhecido oficialmente como o terceiro bairro imperial do Rio. O título se soma a São Cristóvão, onde fica a Quinta da Boa Vista, e a Santa Cruz, ligada à fazenda e a uma residência (o Palácio Imperial) de Dom Pedro II. O argumento para incluir o Centro nesse conjunto é direto: ali foi sede do poder político brasileiro por séculos, do período colonial à chegada da corte portuguesa, atravessando o Império e a República.

Essa continuidade institucional dá ao Centro um peso raro. Poucos lugares no Brasil concentraram por tanto tempo estruturas administrativas e simbólicas do Estado. E isso ajuda a explicar por que, mesmo com o Rio oferecendo praia, natureza e entretenimento, o Centro segue atraindo milhões: é um pedaço do país exposto a céu aberto.