O governo do Chile decretou estado de emergência em dez das 16 regiões administrativas do país devido à previsão de fortes chuvas, ventos intensos e mar agitado nos próximos dias. A medida ficará em vigor até 21 de julho.
Segundo as autoridades chilenas, a decisão foi tomada para reforçar a resposta a um sistema frontal que pode provocar inundações, transbordamentos de rios e outros transtornos em diversas áreas do país.
Nesta quarta-feira (15), as regiões Metropolitana, Coquimbo e Valparaíso entraram em estado de alerta máximo. De acordo com a Direção Meteorológica do Chile, a previsão é de fenômenos climáticos de alta intensidade, com potencial para causar danos materiais e colocar vidas em risco.
O presidente José Antonio Kast acompanhou as ações preventivas e pediu que a população evite áreas de risco, como regiões montanhosas e o litoral durante períodos de ressaca. O governo também orientou os moradores a limpar canais de drenagem, verificar as condições de pessoas isoladas e manter kits de emergência preparados.
A mobilização faz parte do Plano de Inverno 2026, que prevê investimentos de cerca de US$ 468 milhões em obras de prevenção, limpeza de rios e bueiros, monitoramento de infraestrutura e ações de resposta a eventos climáticos extremos.
As autoridades seguem monitorando a situação e mantêm equipes de emergência em prontidão para atender possíveis ocorrências causadas pelas tempestades.








