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Clientes relatam caos e desrespeito no Camarote Rio Praia na Sapucaí

Clientes mencionam desconforto, dificuldades de circulação e sensação de insegurança.

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Reprodução

A segunda noite de desfiles do Grupo Especial no Sambódromo da Marquês de Sapucaí foi marcada por críticas de frequentadores ao Camarote Rio Praia. Queixas de superlotação dominaram relatos nas redes sociais, com menções a desconforto, dificuldades de circulação e sensação de insegurança.

Segundo os depoimentos, o espaço teria operado com público acima da capacidade, resultando em áreas congestionadas e pessoas espremidas. Entre as principais reclamações estão a falta de estrutura adequada para acomodar os convidados e a limitação de acesso a setores internos, mesmo para clientes que já ocupavam seus lugares.

Frequentadores também apontaram problemas na organização e classificaram a experiência como um episódio de desrespeito ao consumidor. “O que deveria ser uma noite de celebração acabou se transformando em estresse e frustração”, relatou uma das clientes.
A superlotação em ambientes de grande porte levanta preocupações não apenas sobre conforto, mas também sobre segurança.

O que deveria ser uma celebração virou uma experiência marcada por frustração e indignação. Assim a jornalista Luciana Paiva descreveu a segunda noite de desfiles do Grupo Especial no Sambódromo da Marquês de Sapucaí. Em relato, ela afirma ter encontrado um ambiente de superlotação no Camarote Rio Praia e diz que foi impedida de retornar ao próprio lugar após sair para ir ao banheiro.

Segundo Luciana, a preparação para o evento começou ainda no ano passado. “Me preparei o ano inteiro para esse momento. Expectativa, investimento, emoção…”, declarou. Ao chegar ao camarote, porém, ela relata que se deparou com “pessoas espremidas, desconfortáveis e sem o mínimo de estrutura adequada”, o que, na percepção dela, indicaria venda de ingressos acima da capacidade.

O episódio mais crítico, de acordo com a jornalista, ocorreu quando deixou a frisa para ir ao banheiro e buscar uma bebida. Ao tentar voltar, teria sido barrada por um segurança. “Fui impedida de voltar ao meu lugar, sob a justificativa de que a frisa estava superlotada. Eu estava voltando para o espaço que eu paguei para estar”, afirmou.

Luciana classifica a situação como “desrespeito grave com quem confiou, pagou caro e esperou o ano inteiro”. Ela também levanta preocupação com segurança e responsabilidade em eventos de grande porte. “Não é apenas sobre desconforto — é sobre segurança, dignidade e responsabilidade”, disse.

Especialistas em gestão de eventos alertam que o controle rigoroso de capacidade é essencial para evitar riscos e garantir a integridade do público.

Procurada para comentar as alegações, a organização do Camarote Rio Praia não havia se pronunciado até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto para manifestação dos responsáveis.