Ouça agora

Ao vivo

Reproduzir
Pausar
Sorry, no results.
Please try another keyword
Justiça bloqueia contas da Real, da Vila Isabel e de empresas de ônibus do Consórcio Intersul
Rio de Janeiro
Justiça bloqueia contas da Real, da Vila Isabel e de empresas de ônibus do Consórcio Intersul
Prefeitura anuncia obra de R$ 8,2 milhões na histórica sede do Bola Preta
Rio de Janeiro
Prefeitura anuncia obra de R$ 8,2 milhões na histórica sede do Bola Preta
PRF apreende mais de uma tonelada de drogas em Queimados
Mais Quentes
PRF apreende mais de uma tonelada de drogas em Queimados
Justiça do Rio expede novo mandado de prisão contra o bicheiro Adilsinho
Rio de Janeiro
Justiça do Rio expede novo mandado de prisão contra o bicheiro Adilsinho
Iphan e Riotur lançam campanha pela preservação dos bens tombados durante o carnaval
Carnaval
Iphan e Riotur lançam campanha pela preservação dos bens tombados durante o carnaval
Senado aprova criação do programa Gás do Povo
Brasil
Senado aprova criação do programa Gás do Povo
Bacellar pede licença de novo e se ausenta no 1° dia após recesso da Alerj
Política
Bacellar pede licença de novo e se ausenta no 1° dia após recesso da Alerj

CMO aprova crédito de R$ 3,3 bilhões para ressarcir aposentados por fraudes

Proposta segue para votação no plenário da Câmara antes de ser encaminhada ao Senado.

Siga-nos no

Reprodução

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou nesta terça-feira (21) a Medida Provisória 1.306/2025, que libera R$ 3,31 bilhões para ressarcir aposentados e pensionistas vítimas de descontos fraudulentos em seus benefícios. O texto ainda precisa passar pelo plenário da Câmara dos Deputados e, se aprovado, seguirá para o Senado.

O relator da proposta, senador Esperidião Amin (PP-SC), recomendou a aprovação, mas fez críticas à forma como o governo estruturou o crédito. Ele classificou a medida como “inconveniente e inoportuna”, afirmando que o gasto não se enquadra como despesa imprevisível, já que o governo havia sido alertado sobre as fraudes.

Em seu parecer, Amin disse que a abertura do crédito fere a responsabilidade fiscal e mascara falhas administrativas. “Trata-se de um artifício imoral para não sobrecarregar o orçamento, apresentado como solução extraordinária, mas que camufla a omissão do governo”, escreveu o senador.

Apesar das críticas, o relator reconheceu a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que excluiu esses valores do cálculo da meta fiscal. Segundo ele, a prioridade é garantir que os aposentados recebam o ressarcimento sem novos entraves burocráticos.