Os professores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CAp-Uerj) retomaram as atividades acadêmicas nesta segunda-feira (13), após a decisão de suspender a greve em assembleia realizada no início do mês.
Apesar da volta às salas de aula, a categoria permanece em estado de greve, mantendo a mobilização para acompanhar as negociações com o Governo do Estado sem interromper o funcionamento da universidade.
A suspensão do movimento foi motivada pela aprovação, na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), do projeto que cria o Adicional de Desenvolvimento Funcional (ADF), uma das principais reivindicações dos docentes. O benefício prevê progressão remuneratória com base em critérios como desempenho, qualificação e tempo de serviço, podendo chegar a 60% ao longo da carreira.
Enquanto isso, os técnicos-administrativos da Uerj continuam em greve. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Públicas Estaduais do Rio de Janeiro (Sintuperj), a categoria cobra a retomada dos auxílios saúde e educação no valor de R$ 900. Os servidores também defendem a ampliação do auxílio educação para dependentes de até 24 anos e a extensão do auxílio saúde aos aposentados.








