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Conselheira tutelar denuncia ameaças após ação contra grupo de “justiceiros” em Copacabana

Patrícia Felix registrou ocorrência na Decradi depois de sofrer ofensas e ameaças nas redes sociais após decisão judicial contra o grupo AGVC

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Foto: Reprodução redes sociais

A conselheira tutelar Patrícia Felix registrou nesta sexta-feira (22/05) um boletim de ocorrência após sofrer ameaças de morte, ofensas e ataques racistas nas redes sociais. As agressões começaram após a repercussão da decisão judicial que impôs restrições à atuação do grupo “Anjos da Guarda Vigilância Comunitária” (AGVC), conhecido como “justiceiros de Copacabana”.

O caso foi registrado na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância como injúria por preconceito, ameaça e injúria.

Segundo Patrícia, os ataques se intensificaram depois que ela encaminhou ao Ministério Público denúncias sobre supostas perseguições e exposições de adolescentes promovidas pelo grupo na Zona Sul do Rio.

Foto: Reprodução

A decisão da Justiça determinou que William Correia da Silva Junior deixe de organizar, incentivar ou divulgar ações de vigilantismo envolvendo crianças e adolescentes, além de proibir a publicação de imagens e dados que permitam identificar menores de idade.

Em entrevista, a conselheira afirmou que passou a receber mensagens violentas e comentários ofensivos nas redes sociais. Entre as publicações, havia ameaças, discursos de ódio e mensagens com incentivo à violência.

“Estou sendo ameaçada de morte, sendo difamada e sofrendo racismo pela internet, mas existem leis nesse país”, declarou Patrícia.

Ela também reforçou que o Conselho Tutelar atua dentro das atribuições legais de proteção aos direitos de crianças e adolescentes, encaminhando denúncias aos órgãos responsáveis pela investigação.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro acusa o grupo AGVC de organizar perseguições, “caçadas” e exposições públicas de adolescentes suspeitos de furtos e roubos em bairros da Zona Sul.

A defesa de William Correia da Silva Junior negou as acusações e afirmou que ele nunca integrou organização criminosa, classificando as denúncias como frágeis e baseadas em narrativas.