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COP 30: 111 países já apresentarem planos climáticos

Também houve novos aportes em mecanismos de financiamento climático.

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A diretora-executiva da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), Ana Toni, afirmou que 111 países apresentaram suas contribuições para o Acordo de Paris. Após o primeiro dia de evento, que começou nesta segunda-feira (10/11), em Belém (PA), ela também celebrou novos aportes em mecanismos de financiamento climático.

“Esta tarde tivemos 111 NDCs (Nationally determined contributions, os compromissos climáticos definidos por cada país), tínhamos 64 há algumas semanas. Dia por dia vai aumentando, é o sinal que o multilateralismo e o Acordo de Paris estão funcionando. Temos 194 países credenciados [para a COP], estamos fortalecendo o multilateralismo”, afirmou.

O Acordo de Paris citado por Toni refere-se ao plano de ação para limitar a 1,5°C o aumento da temperatura global. É esse o objetivo que rege as ações discutidas nas COPs. No caso da Conferência no Brasil, a meta é catapultar os mecanismos de mitigação climática, principalmente implementando os meios de financiamento.

“Esta é a COP da implementação. O Loss and Damage Fund (Fundo de Perdas e Danos), acordado na COP28, começou a funcionar, com aporte de US$ 250 milhões para propostas aprovadas. Isso é implementação”, disse Toni. Trata-se de um mecanismo de financiamento climático para apoio financeiro aos países mais vulneráveis pela mudança climática, vítimas de perdas por eventos extremos ou degradação parcial de biomas.

A CEO da COP30 ainda afirmou que são esperados novos aportes até o fim da Conferência, que acaba no dia 21/11. Há outro mecanismo de financiamento em evidência no evento, o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), este lançado pelo Brasil. Até o fim da Cúpula do Clima na última sexta (7/11), US$ 5,5 bilhões foram arrecadados.

A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que a Alemanha deve anunciar até o fim da COP30 o valor da sua contribuição para o TFFF. O chanceler alemão, Friedrich Merz, frustrou o Brasil ao não se comprometer com valores para o mecanismo de financiamento climático.